CULTURAS FORMATIVAS NO ÂMBITO DAS POLÍTICAS DE FORMAÇÃO DE PROFESSORES: REFLEXÕES SOBRE O PROGRAMA INSTITUCIONAL DE BOLSAS DE INICIAÇÃO À DOCÊNCIA (PIBID)

Autores

  • Everton Bedin Aluno do Curso de Mestrado em Química da Universidade Federal de Uberlândia/MG
  • Úrsula Adelaide de Lélis Aluna do Doutorado do programa de Pós-Graduação em Educação da Universidade Federal de Uberlândia/MG
  • Vilma Aparecida de Souza Aluna do Doutorado do programa de Pós-Graduação em Educação da Universidade Federal de Uberlândia/MG
  • Maria Vieira da Silva Professora da Faculdade de Educação da Universidade Federal de Uberlândia

DOI:

https://doi.org/10.5216/rpp.v9i1.15669

Resumo

As políticas governamentais voltadas para a formação de professores são constituídas e constituintes de culturas formativas produzidas em diferentes contextos históricos. Nas últimas duas décadas presenciamos na realidade brasileira proposições, projetos e planos para tal fim, mediante o pressuposto de uma estreita correspondência entre o êxito da formação docente e a qualidade da educação. Este artigo discute os fundamentos do Programa Institucional de Bolsas de Iniciação à Docência (PIBID), proposto pelo MEC/CAPES, e as percepções dos sujeitos que dele participam tendo, como referência, o conceito de praxis. Tais considerações acerca da praxis são importantes não apenas para avaliar as possibilidades de uma formação docente que pretenda se pautar na criatividade e na reflexividade, mas também para relacionar as propostas e práticas formativas recorrentes nas tradições históricas de formação de professores, em geral, e do pedagogo, em particular.

Downloads

Não há dados estatísticos.

Downloads

Publicado

2011-09-17