Philósophos - Revista de Filosofia https://revistas.ufg.br/philosophos <p>A Revista Philósophos possui como objetivo publicar material bibliográfico e argumentativo na área de filosofia e promover o debate filosófico. Para mais informações, acesse <a href="https://www.revistas.ufg.br/philosophos/about" target="_blank" rel="noopener">Sobre a revista</a>.<br>- ISSN: 1982-2928<br>- Ano de criação: 1996<br>- Qualis: A2<br>- Revista vinculada ao <a href="https://pos.filosofia.ufg.br/" target="_blank" rel="noopener">Programa de Pós-Graduação em Filosofia da UFG</a>.<br>- <a href="https://www.revistas.ufg.br/philosophos/about/contact" target="_blank" rel="noopener">Contato</a></p> pt-BR <h4>1. Proposta de Política para Periódicos de Acesso Livre</h4><br />Autores que publicam nesta revista concordam com os seguintes termos:<br /><br /><ol type="a"><ol type="a"><li>Autores mantém os direitos autorais e concedem à revista o direito de primeira publicação, sendo o trabalho simultaneamente licenciado sob a <a href="http://creativecommons.org/licenses/by/3.0/" target="_new">Creative Commons Attribution License</a> o que permite o compartilhamento do trabalho com reconhecimento da autoria do trabalho e publicação inicial nesta revista.</li></ol></ol><br /><ol type="a"><ol type="a"><li>Autores têm autorização para assumir contratos adicionais separadamente, para distribuição não-exclusiva da versão do trabalho publicada nesta revista (ex.: publicar em repositório institucional ou como capítulo de livro), com reconhecimento de autoria e publicação inicial nesta revista.</li></ol></ol><br /><ol type="a"><ol type="a"><li>Autores têm permissão e são estimulados a publicar e distribuir seu trabalho online (ex.: em repositórios institucionais ou na sua página pessoal) a qualquer ponto antes ou durante o processo editorial, já que isso pode gerar alterações produtivas, bem como aumentar o impacto e a citação do trabalho publicado (Veja <a href="http://opcit.eprints.org/oacitation-biblio.html" target="_new">O Efeito do Acesso Livre</a>).</li></ol></ol><br /><br /> revista.philosophos@gmail.com (Revista Philósophos) revista.philosophos@gmail.com (Wellington Damasceno) ter, 06 out 2020 18:25:48 -0300 OJS 3.1.2.4 http://blogs.law.harvard.edu/tech/rss 60 Cinema do tempo, profundidade de campo e a metafísica da memória em Deleuze https://revistas.ufg.br/philosophos/article/view/49578 <p>Em Imagem-tempo Deleuze quando do quarto comentário a Bergson fala em cinema do tempo remetendo a Orson Welles e ao filme Cidadão Kane. O cinema do tempo é apresentado a partir de três caracteres de um tempo não cronológico. Deleuze aponta para uma condição do cinema do tempo ao propor a substituição de uma vista pragmática longitudinal por uma visão ótica, vertical, em profundidade. A profundidade de campo é trabalhada enquanto um elemento conceitual no trato de uma metafísica da memória em diálogo com as bases do cinema moderno, nesse sentido, os três caracteres de um tempo não cronológico e a inserção de uma nova relação entre tempo e espaço no cinema são constituintes de uma imagem tempo direta cujo problema filosófico perpassa a inserção do movimento no pensamento. O encontro do quarto comentário em Imagem-tempo com o primeiro comentário a Bergson em Imagem-movimento é o percurso para compreender a importância da profundidade de campo. Assim o cinema do tempo de Welles é entendido como o cinema de uma metafísica da memória a partir de duas fontes: o esforço atual de evocação para suscitar a imagem-lembrança e a exploração das zonas virtuais de passado para encontrar a imagem-lembrança.</p> Ana Carolina Gomes Araújo Copyright (c) 2020 Philósophos - Revista de Filosofia https://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0 https://revistas.ufg.br/philosophos/article/view/49578 qua, 26 ago 2020 10:34:47 -0300 Fascinação pela crueldade https://revistas.ufg.br/philosophos/article/view/62452 <p>O objetivo deste artigo é interpretar de modo heterodoxo algumas polêmicas afirmações de Nietzsche no segundo ensaio de sua obra <em>Para a genealogia da moral</em>, mais precisamente, aquelas que fazem enfática apologia aos fenômenos da crueldade e violência humanas enquanto pilares de toda cultura superior. Por heterodoxo, eu entendo aqui um modo de proceder estético no trato desses fenômenos, algo que é disseminado também em outras obras.</p> André Luis Muniz Garcia Copyright (c) 2020 Philósophos - Revista de Filosofia http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0 https://revistas.ufg.br/philosophos/article/view/62452 qua, 26 ago 2020 10:38:16 -0300 O ser verdadeiro (on alethes) como o modo mais próprio de se dizer o ser: A leitura de Heidegger do capítulo Theta 10 da Metaphysica https://revistas.ufg.br/philosophos/article/view/53320 <p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 100%;" align="justify"><span style="font-family: Times New Roman, serif;">A tradição aristotélica, sobretudo depois de Brentano e sua unidade analógica do ser, tem a tendência de compreender a unidade dos diversos modo de se dizer o ser a partir da categoria primeira, a ousia. Tal tendência resultará naturalmente na necessidade de se desqualificar o capítulo Theta 10 da Metaphysica no qual Aristóteles propõe o ser verdadeiro (on alethes) como o modo mais próprio de dizer o ser. Nossa investigação pretende mostrar como Heidegger pôde desvincular-se de tal tradição ao pensar a unidade da plurivocidade do ser a partir do que ele chama de presentidade constante (ständige Anwesenheit). Para verificar a validade da tese heideggeriana proporemos acompanhar como tal presentidade se deixar visualizar nos modos de se dizer o ser segundo o ser verdadeiro (on alethes), segundo a energeia e segundo o ser por acidente (symbebekos).</span></p> Estevão Lemos Cruz Copyright (c) 2020 Philósophos - Revista de Filosofia https://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0 https://revistas.ufg.br/philosophos/article/view/53320 qua, 26 ago 2020 10:40:14 -0300 O além-do-homem como tarefa filosófica https://revistas.ufg.br/philosophos/article/view/63788 <p>Pretende-se, nesse artigo, analisar o conceito de <em>além-do-homem</em> em Nietzsche a partir da ideia de <em>Züchtung</em>, compreendendo-se esta como uma tarefa assumida pela própria filosofia nietzschiana e legada como missão para toda a filosofia. Nesse sentido, inicia-se com uma análise do conceito de <em>Züchtung </em>na obra de Nietzsche, articulando-a às condições próprias para o cultivo e a criação do <em>Übermensch</em> e à efetivação da sua doutrina. A partir daí, avaliar-se-á como a criação de tais condições exige a superação do desgosto para garantir a possibilidade da criação do <em>além-do-homem</em>.</p> Jelson Oliveira Copyright (c) 2020 Philósophos - Revista de Filosofia http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0 https://revistas.ufg.br/philosophos/article/view/63788 seg, 05 out 2020 19:09:15 -0300 A propriedade de si mesmo e propriedade em Robert Nozick https://revistas.ufg.br/philosophos/article/view/52200 <p>O presente artigo trabalha com algumas das principais teses desenvolvidas por Robert Nozick na obra <em>Anarchy, State and Utopia.</em> Inicia-se com a construção da tese basilar dos direitos individuais invioláveis fundamentados sobre a segunda formulação do imperativo categórico kantiano. Em seguida, visa-se demonstrar a tese da <em>Self-Ownership</em> e sua extensão para a legitimação da propriedade. Além de formular críticas as teses nozickeanas durante a exposição delas, far-se-á, como terceiro tópico, algumas críticas sobre a tese da <em>Self-Ownership </em>e a ideia da legitimidade da propriedade fundamentada nela.</p> Keberson Bresolin Copyright (c) 2020 Philósophos - Revista de Filosofia https://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0 https://revistas.ufg.br/philosophos/article/view/52200 seg, 05 out 2020 19:12:49 -0300 The origins Of Wittgenstein’s Philosophical Remarks: On Ts 208 And Ts 209 https://revistas.ufg.br/philosophos/article/view/62274 <p>According to Rush Rhees, Wittgenstein composed TS 209 (<em>Philosophical</em> <em>Remarks</em>) and handed it in to Russell in order to renew a grant from the Cambridge Council Cambridge in April-May 1930. Pichler (1994, 2009) and Rothhaupt (2010) challenged Rhees’ hypothesis, and claimed that Wittgenstein handed in TS 208 to Russell, and not TS 209. Against their view, I argue that Rhees’ hypothesis best explains the major motive for the composition of <em>Philosophical Remarks</em>, and that it best explains what Wittgenstein handed in to Russell. While I give six reasons in favor of Rhees, I also try to explain how Russell, Moore, Littlewood, Schlick, and Waismann are linked with the composition of TS 208 and TS 209.</p> Mauro Engelmann Copyright (c) 2020 Philósophos - Revista de Filosofia http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0 https://revistas.ufg.br/philosophos/article/view/62274 qua, 26 ago 2020 10:39:11 -0300 Cidadania e identidade no estado democrático de direito: acerca da inclusão política do imigrante https://revistas.ufg.br/philosophos/article/view/52355 <p>O presente artigo discute a inclusão do imigrante em contextos políticos democráticos. Pretende demonstrar que o paradigma procedimental de direito proposto por Jürgen Habermas oferece as condições formais requeridas para a solução da tensão entre cidadania e identidade, produzida pelo fenômeno das migrações. O modelo habermasiano visa a assegurar, mediante a estrutura reflexiva do direito, a inviolabilidade da pessoa e a neutralidade ética do Estado democrático de direito. Todavia, embora tenha fundado o <em>Princípio da Democracia</em> na ideia de reconhecimento intersubjetivo, Habermas não se deteve em explicitar o teor normativo de tal noção. Dado que a noção de reconhecimento possa ser interpretada em sentido meramente descritivo, buscamos sustentar, com base no modelo teórico-crítico de Honneth, que a plausibilidade do procedimentalismo habermasiano depende de uma concepção reconhecimento enquanto postura moral de afirmação fática do valor intrínseco de uma pessoa ou grupo de pessoas.</p> Marcio Renan Hamel, Jelson Becker Salomão Copyright (c) 2020 Philósophos - Revista de Filosofia https://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0 https://revistas.ufg.br/philosophos/article/view/52355 qua, 26 ago 2020 10:40:52 -0300 Consciência e fenômenos mentais inconscientes: as visões de David Armstrong e John Searle https://revistas.ufg.br/philosophos/article/view/49694 <p>O artigo examina as concepções de consciência, bem como as concepções de fenômenos mentais inconscientes, de David Armstrong e John Searle. Enquanto Armstrong entende a consciência como decorrente de uma percepção de segunda ordem, de modo que um fenômeno inconsciente é apenas um fenômeno mental que não é percebido, Searle entende a consciência como um estado global, o que torna sua visão do inconsciente mais complicada. Estados mentais inconscientes não passam de padrões de atividade neuronal, padrões que são capazes de causar estados mentais conscientes nas circunstâncias adequadas. Porém, enquanto a teoria de Armstrong é perfeitamente coerente, a visão de Searle se mostra inconsistente, pois a eficácia causal que ele atribui aos fenômenos inconscientes é incompatível com o papel fundamental que ele atribui à consciência no domínio dos fenômenos mentais.</p> Tárik de Athayde Prata Copyright (c) 2020 Philósophos - Revista de Filosofia https://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0 https://revistas.ufg.br/philosophos/article/view/49694 qua, 26 ago 2020 10:41:34 -0300 Heidegger https://revistas.ufg.br/philosophos/article/view/51869 Resenha da obra "Heidegger" de autoria de Benedito Nunes. Luís Gabriel Provinciatto Copyright (c) 2020 Philósophos - Revista de Filosofia https://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0 https://revistas.ufg.br/philosophos/article/view/51869 seg, 05 out 2020 19:17:55 -0300