https://revistas.ufg.br/philosophos/issue/feed Philósophos - Revista de Filosofia 2020-04-15T15:18:04-03:00 Revista Philósophos revista.philosophos@gmail.com Open Journal Systems <p>A Revista Philósophos possui como objetivo publicar material bibliográfico e argumentativo na área de filosofia e promover o debate filosófico. Para mais informações, acesse <a href="https://www.revistas.ufg.br/philosophos/about" target="_blank" rel="noopener">Sobre a revista</a>.<br>- ISSN: 1982-2928<br>- Ano de criação: 1996<br>- Qualis: A2<br>- Revista vinculada ao <a href="https://pos.filosofia.ufg.br/" target="_blank" rel="noopener">Programa de Pós-Graduação em Filosofia da UFG</a>.<br>- <a href="https://www.revistas.ufg.br/philosophos/about/contact" target="_blank" rel="noopener">Contato</a></p> https://revistas.ufg.br/philosophos/article/view/51623 A querela entre Helvétius e Diderot: distintos entendimentos sobre desenvolvimento humano e moral. 2020-04-13T19:58:34-03:00 Camila Sant'Ana Vieira Ferraz Milek csvferraz@hotmail.com <p>Existe uma reconhecida proximidade entre os materialistas franceses do século XVIII que teria se mostrado tanto em investigações sobre a natureza quanto à moral e organização pública. Porém, as divergências entre eles podem desencadear um entendimento muito diferente sobre como se considera uma sociedade. Por isso é necessário analisar no detalhe tais divergências para determinar seu ponto nevrálgico. O presente artigo dedica-se à investigação das críticas feitas por Diderot à Helvétius, reunidas em <em>Réfutations d’Helvétius</em> (DIDEROT,1783). Para tanto, centra-se na distinta concepção da natureza da sensibilidade humana e sua importância para o desenvolvimento humano no que concerne à educação e a moral.</p> 2020-02-05T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2020 Philósophos - Revista de Filosofia https://revistas.ufg.br/philosophos/article/view/47851 Roupnel e Bachelard: devaneios e espacialidades geopoéticas 2020-04-15T15:08:49-03:00 Gabriel Kafure da Rocha gkafure@gmail.com <p>A presente investigação pretende defender a ideia, como homenagem após os 60 anos da morte de Gaston Roupnel (1871-1946), de que há uma influência que vai além da noção de Instante como descontinuidade sobre Bachelard (1884-1962). Por essa via, a virada da filosofia bachelardiana para a crítica literária e poética perpassa uma cosmovisão influênciada por Roupnel em <em>Siloë</em> (obra muito rara, geralmente citada indiretamente e ainda não traduzida para o português). Ao ter acesso direto a esse texto percebe-se que ali se dá um recomeço, uma nova ontogênese da vida para a ideia de devaneios espaciais de uma perspectiva que une duração e instante, espaço e tempo. Nesse sentido, pretendemos desvelar a influência roupneliana sobre Bachelard por fora de <em>A intuição do instante</em>, no intuito de demonstrar a hipótese que foi a partir de <em>Siloë</em> que se abre o espaço para o devaneio bachelardiano.</p> 2020-03-26T11:05:17-03:00 Copyright (c) 2020 Philósophos - Revista de Filosofia https://revistas.ufg.br/philosophos/article/view/50330 Blocking the Third Man Argument 2020-04-13T20:01:03-03:00 Guilherme Kubiszeski guilhermefk4@gmail.com Há um conhecido argumento contra o realismo acerca dos universais. De acordo com ele, tal realismo conduz a um regresso ao infinito. Este artigo visa a mostrar que é possível bloquear o regresso sem lançar mão de recursos argumentativos <em>ad hoc</em>. Algumas considerações sobre a forma lógica de frases relacionais contendo termos que se referem a propriedades e relações mostram como substituir a forma viciosa de regresso por uma menos problemática. 2020-02-05T19:40:23-03:00 Copyright (c) 2020 Philósophos - Revista de Filosofia https://revistas.ufg.br/philosophos/article/view/52039 Direito privado e justiça: o argumento da divisão institucional do trabalho 2020-04-13T20:01:48-03:00 Leandro Martins Zanitelli leandrozanitelli@gmail.com Rawls propõe uma “divisão do trabalho” entre as instituições que compõem a estrutura básica da sociedade e as regras diretamente aplicáveis a indivíduos e associações (grosso modo, o direito privado). O artigo expõe e refuta o argumento de que é compatível com a concepção rawlsiana de justiça defender um ideal de justiça não distributivo (como um ideal de justiça corretivo) para o direito privado. Alega-se, em suma, que o direito privado é necessário para manter o que Rawls chama de “justiça de fundo”, bem como que esse papel pode ser desempenhado sem abrir mão de uma relativa simplicidade normativa. 2020-04-12T19:30:06-03:00 Copyright (c) 2020 Philósophos - Revista de Filosofia https://revistas.ufg.br/philosophos/article/view/52063 Michael Walzer e as esferas da justiça fundamentais: educação e cidadania na constituição das sociedades democráticas justas 2020-04-13T20:02:42-03:00 Ricardo Araujo rcaerca@uol.com.br <p><span style="font-family: Times New Roman; font-size: medium;">O objetivo deste artigo é mostrar, segundo a teoria da justiça de Michael Walzer, o papel fundamental que as esferas da educação e da cidadania, em sua recíproca sustentação, devem representar para a obtenção de uma sociedade democrática justa. Para isto, será feita uma apresentação daquela teoria com uma reconstrução dos seus conceitos básicos. Após, será mostrado porque a cidadania e o Estado precisariam ser fortalecidos muito acima do padrão habitual das democracias existentes para cumprir adequadamente tal papel. Por último, será proposto que a melhor chance de alcançar e sustentar o alto grau de solidariedade social da cidadania e do Estado que são exigidos para realizar concretamente aquela sociedade justa está em uma educação cívica democrática e comunitarista.</span></p> 2020-02-05T16:03:49-03:00 Copyright (c) 2020 Philósophos - Revista de Filosofia https://revistas.ufg.br/philosophos/article/view/52362 Fusão de horizontes: um caminho para a universalidade? 2020-04-15T15:08:24-03:00 Odair Camati odcamati@hotmail.com O trabalho se propõe a analisar em que medida a fusão de horizontes desenvolvida por Charles Taylor pode abrir espaço para uma universalização de princípios normativos nos debates multiculturais. Nas sociedades contemporâneas se impõe a discussão em torno do multiculturalismo e, consequentemente, de que forma seria possível reconhecer as mais diversas culturas sem abrir mão de princípios normativos que serviriam como critério de avaliação das próprias práticas culturais. Uma resposta possível apresentada por Taylor afirma que uma verdadeira fusão de horizontes permitiria uma compreensão adequada entre as culturas possibilitando que houvesse reconhecimento mútuo, além do estabelecimento de princípios mínimos aceitos e respeitados por todos os membros do processo de fusão. O grande questionamento que emerge nesse ínterim é: como garantir que, de fato, ocorra uma fusão de horizontes? Nesse sentido, quais as condições de possibilidade para que todas as culturas efetivamente alcancem uma compreensão mútua? Caminhamos na direção de defender que a fusão de horizontes é dependente de uma série de condições ideais que dificilmente poderão se efetivar. 2020-02-05T19:16:23-03:00 Copyright (c) 2020 Philósophos - Revista de Filosofia https://revistas.ufg.br/philosophos/article/view/47183 Is God a Phenomenon? A dialogue between Kierkegaard and Jean-Luc Marion 2020-04-13T20:04:08-03:00 Wellington José Santana wellsantana@bol.com.br <p>The present article analyses critically the paradox of phenomenon claimed by Danish Philosopher Kierkegaard and Marion’s new concept named <em>saturated phenomenon</em>. While the concept of God, by definition, must surpass the realm of empiricism, perhaps the something may shed light over what God must be: <em>Excess</em>. However, Marion developed a new concept of phenomenon that not only occupies the immanence world, but also goes beyond. It is called <em>saturated phenomenon.</em> In order to address the question one might understand the limit of the givenness and then what does it mean saturated givenness. We probably all have had the sense of being overwhelmed by something and this can lead toward a sense of torpor or numbness. In the other hand, Kierkegaard affirms that God is so different than a human being, so totally other that we may think we’re right in demanding God make himself understood and be reasonable towards us. Kierkegaard upholds that we’re always dealing with God in the wrong way. I will argue that Marion, however, following phenomenological footsteps indicates a new path toward how to address God properly.</p> <p>&nbsp;</p> <p>Key words: Paradox; Saturated phenomenon; freedom; Excess.&nbsp;</p> 2020-03-26T12:02:15-03:00 Copyright (c) 2020 Philósophos - Revista de Filosofia https://revistas.ufg.br/philosophos/article/view/62511 Funções Biológicas em Chave Etiológico-Selecionista 2020-04-15T15:18:04-03:00 Filipe Lazzeri filipelazzeri@ufg.br 2020-03-21T11:56:47-03:00 Copyright (c) 2020 Philósophos - Revista de Filosofia