FORMAÇÃO CONTÍNUA DE PROFESSORES: A ORGANIZAÇÃO CRÍTICO-COLABORATIVA PARA TRANSFORMAÇÃO

Autores

  • Maria Cecília Camargo MAGALHÃES Universidade Católica de São Paulo

DOI:

https://doi.org/10.5216/lep.v22i2.57502

Resumo

Com base em Vygotsky (1930, 1934) e em pesquisadores atuais que discutem a organização colaborativo-crítica dos contextos de formação contínua na escola, este artigo discute a relação entre colaboração, contradição e os contextos de formação contínua como lócus de inserção de transformações na escola. Entende a formação de formadores como um coletivo que, por meio de relações mútuas e dialéticas entre todos os participantes do contexto escolar (professores, gestores, alunos) e fora dele (pesquisadores), juntos discutem a realidade específica da escola em relação às mudanças socioculturais e políticas do mundo e colaborativamente agem para a transformação da escola e da sociedade.

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Biografia do Autor

Maria Cecília Camargo MAGALHÃES, Universidade Católica de São Paulo

Professora titular da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP), pelo Departamento de Linguística e Programa de Estudos Pós-Graduados em Linguística Aplicada e Estudos da Linguagem. Trabalha com Formação de Educadores, com base na Teoria da Atividade Sócio-Histórico-Cultural (TASHC), com foco na metodologia de pesquisa de intervenção no contexto escolar – Pesquisa Crítica de Colaboração (PCCol).

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Publicado

2019-02-28

Como Citar

MAGALHÃES, M. C. C. FORMAÇÃO CONTÍNUA DE PROFESSORES: A ORGANIZAÇÃO CRÍTICO-COLABORATIVA PARA TRANSFORMAÇÃO. Linguagem: Estudos e Pesquisas, Goiânia, v. 22, n. 2, 2019. DOI: 10.5216/lep.v22i2.57502. Disponível em: https://revistas.ufg.br/lep/article/view/57502. Acesso em: 26 set. 2022.

Edição

Seção

Texto da autora convidada