CAMINHOS DA MEMÓRIA EM “CHIQUINHO” E “MENINO DE ENGENHO" DOI: 10.5216/lep.v18i1.35040

Autores

  • Sônia Pereira DIAS Universidade Estadual de Montes Claros
  • Telma BORGES DA SILVA Universidade Estadual de Montes Claros

DOI:

https://doi.org/10.5216/lep.v18i1.35040

Resumo

Por meio da leitura dos romances “Chiquinho” (1947), de Baltasar Lopes, e “Menino de engenho” (1932), de José Lins do Rego, pretendemos demonstrar a relevância depositada na figura dos velhos que carregam em si um saber ancestral. Verificamos que essas personagens se apresentam e se consolidam ao longo dos romances em análise, pois são eles os contadores de histórias que transmitem ao outro um ensinamento, sendo: José Paulino e a Velha Totonha em “Menino de engenho”; e a Mamãe Velha (nha Júlia) e nha Rosa Calita em “Chiquinho”.

 

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Biografia do Autor

Sônia Pereira DIAS, Universidade Estadual de Montes Claros

Mestranda do Programa de Pós-Graduação em Letras/Estudos Literários da Universidade Estadual de Montes Claros (UNIMONTES).

Telma BORGES DA SILVA, Universidade Estadual de Montes Claros

Docente do Mestrado em Letras/Estudos Literários da Universidade Estadual de Montes Claros (UNIMONTES).

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Publicado

2015-04-17

Como Citar

DIAS, S. P.; BORGES DA SILVA, T. CAMINHOS DA MEMÓRIA EM “CHIQUINHO” E “MENINO DE ENGENHO" DOI: 10.5216/lep.v18i1.35040. Linguagem: Estudos e Pesquisas, Goiânia, v. 18, n. 1, 2015. DOI: 10.5216/lep.v18i1.35040. Disponível em: https://revistas.ufg.br/lep/article/view/35040. Acesso em: 7 out. 2022.

Edição

Seção

Dossiê temático Literatura, Sociedade e Cultura