“O HOMEM QUE FOI DESMANCHADO” COMO (PRÉ)TEXTO DA MODERNIDADE DOI: 10.5216/lep.v18i1.35039

Autores

  • Rafael Geraldo Vianney PERES Universidade Federal de Uberlândia
  • Ivan Marcos RIBEIRO Universidade Federal de Uberlândia

DOI:

https://doi.org/10.5216/lep.v18i1.35039

Resumo

Este estudo tem como meta analisar os estigmas tecnológicos que sinalizam para a modernidade, antecipando seus espantosos impactos, inicialmente sentidos no decorrer do processo de industrialização do século XIX. Os efeitos da modernização nos grandes centros, bem como da diáspora proletária, evidenciaram-se logo após o Iluminismo, que lhes influenciara de maneira significativa. No núcleo efervescente de tais acontecimentos, estava Edgar Allan Poe, escritor romântico que habilmente revelou a crise de seus contemporâneos diante da mecanização, sobre a qual se fará um breve inventário, por intermédio de seu conto “O homem que foi desmanchado” (1839). Assim procedendo, há a intenção de descortinar esse (pré)texto da modernidade.

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Biografia do Autor

Rafael Geraldo Vianney PERES, Universidade Federal de Uberlândia

Mestrando em Teoria Literária na Universidade Federal de Uberlândia (UFU), sob orientação do Prof. Dr. Ivan Marcos Ribeiro. Graduado em Letras, pelo Centro Universitário de Patos de Minas (UNIPAM).

Ivan Marcos RIBEIRO, Universidade Federal de Uberlândia

Doutor pela Universidade Estadual Paulista (UNESP), membro do Programa de Pós-graduação em Letras da Universidade Federal de Uberlândia (UFU).

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Publicado

2015-04-17

Como Citar

PERES, R. G. V.; RIBEIRO, I. M. “O HOMEM QUE FOI DESMANCHADO” COMO (PRÉ)TEXTO DA MODERNIDADE DOI: 10.5216/lep.v18i1.35039. Linguagem: Estudos e Pesquisas, Goiânia, v. 18, n. 1, 2015. DOI: 10.5216/lep.v18i1.35039. Disponível em: https://revistas.ufg.br/lep/article/view/35039. Acesso em: 7 out. 2022.

Edição

Seção

Dossiê temático Literatura, Sociedade e Cultura