UMA MEMÓRIA PARA LEMBRAR E OUTRA PARA ESQUECER: “A MENINA MORTA”, DE CORNÉLIO PENNA DOI: 10.5216/lep.v18i1.35037

Autores

  • Luiz Eduardo da Silva ANDRADE Universidade Federal de Sergipe

DOI:

https://doi.org/10.5216/lep.v18i1.35037

Resumo

A proposta deste trabalho é unir, mediante comparação, os conceitos de memória e duplo, alicerçados pelas teorias da diferença e repetição de Deleuze (2006) e aplicá-las na análise do romance “A menina morta”, de Cornélio Penna. Entendemos que a memória nessa obra transgride o discurso, dito, oficial da história do Brasil e da tradição literária nacional. Ela funciona como um duplo e, nesse sentido, a repetição se tornaria monstruosa à medida que questiona e afirma novos discursos histórico-literários.

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Biografia do Autor

Luiz Eduardo da Silva ANDRADE, Universidade Federal de Sergipe

Mestre em Estudos Literários pela Universidade Federal de Sergipe, sob orientação da Prof.ª Dr.ª Josalba Fabiana dos Santos, com dissertação intitulada “O medo à espreita: ‘A menina morta’, de Cornélio Penna”. Professor de Literatura do Departamento de Letras Vernáculas da Universidade Federal de Sergipe e da Faculdade Pio Décimo.

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Publicado

2015-04-17

Como Citar

ANDRADE, L. E. da S. UMA MEMÓRIA PARA LEMBRAR E OUTRA PARA ESQUECER: “A MENINA MORTA”, DE CORNÉLIO PENNA DOI: 10.5216/lep.v18i1.35037. Linguagem: Estudos e Pesquisas, Goiânia, v. 18, n. 1, 2015. DOI: 10.5216/lep.v18i1.35037. Disponível em: https://revistas.ufg.br/lep/article/view/35037. Acesso em: 7 out. 2022.

Edição

Seção

Dossiê temático Literatura, Sociedade e Cultura