A MEMÓRIA CONFLITUOSA EM “DIÁRIO DA QUEDA” DOI: 10.5216/lep.v18i1.35036

Autores

  • Jorge Fernando Barbosa do AMARAL Universidade Federal do Rio de Janeiro

DOI:

https://doi.org/10.5216/lep.v18i1.35036

Resumo

O artigo analisa do romance “Diário da queda” (2011), de Michel Laub, a partir de reflexões sobre a construção da memória tanto no sentido micro (as experiências pessoais do narrador) como no macro (as questões históricas referentes à origem judaica desse narrador). Inicialmente, analisa-se a relação entre as experiências do autor e a realidade do narrador, no sentido de discutir o teor autobiográfico da obra. A partir daí, passa-se a investigar como um fato pessoal pode levar o narrador a mergulhar na realidade histórica de seu povo, e também o inverso, ou seja, como a história de um povo pode influenciar nas reflexões a respeito de um fato estritamente pessoal. Além disso, o artigo discute o romance sob a perspectiva do processo de “desterritorialização” do sujeito pós-moderno do final do século XX, não penas sob uma perspectiva de pertencimento local mas também no sentido estético, e o surgimento, no início do século XXI, do chamado Pós-Pós-Modernismo como um momento de resgate das categorias literárias.

 

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Biografia do Autor

Jorge Fernando Barbosa do AMARAL, Universidade Federal do Rio de Janeiro

Bolsista do CNPq. É graduado, mestre e doutorando em Literatura Brasileira pela Universidade Federal do Rio de Janeiro. Atua também na área editorial como parecerista da Editora Record e revisor da Editora Ediouro e CEDERJ.

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Publicado

2015-04-17

Como Citar

AMARAL, J. F. B. do. A MEMÓRIA CONFLITUOSA EM “DIÁRIO DA QUEDA” DOI: 10.5216/lep.v18i1.35036. Linguagem: Estudos e Pesquisas, Goiânia, v. 18, n. 1, 2015. DOI: 10.5216/lep.v18i1.35036. Disponível em: https://revistas.ufg.br/lep/article/view/35036. Acesso em: 7 out. 2022.

Edição

Seção

Dossiê temático Literatura, Sociedade e Cultura