O INSÓLITO NOS CORDÉIS: UM ESTUDO SOBRE OS FOLHETOS DE FRANKLIN MAXADO DOI: 10.5216/lep.v18i1.35035

Autores

  • Calila das Mercês OLIVEIRA Universidade Estadual de Feira de Santana
  • Raquel Machado GALVÃO Universidade Estadual de Feira de Santana

DOI:

https://doi.org/10.5216/lep.v18i1.35035

Resumo

“O insólito nos cordéis: um estudo sobre os folhetos de Franklin Maxado”, propõe uma análise acerca de quatro livretos de cordel do escritor e poeta baiano Franklin Maxado, discutindo quadros do elemento insólito recorrentes nos cordéis, aqui entendidos por fatos extraordinários, não habituais à realidade. Valorizada por alguns estudiosos como a raiz da cultura luso-brasileira, ou da cultura popular, a literatura de cordel herda características da literatura oral dos antigos trovadores. Os livretos artesanais, por vezes acompanhados de xilogravuras, foram distribuídos, inicialmente, em feiras livres, e tiveram em Feira de Santana, cidade do agreste da Bahia onde Franklin nasceu, um importante ponto de distribuição. É recorrente na literatura de cordel a utilização de narrações ritmadas e originais que abarcam o fantástico e o maravilhoso. Isto pode ser verificado neste estudo. As teorias presentes no artigo se baseiam em Tzvetan Torodov, Italo Calvino, Câmara Cascudo, Remo Ceserani, Irlemar Chiampi, entre outros.

 

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Biografia do Autor

Calila das Mercês OLIVEIRA, Universidade Estadual de Feira de Santana

Mestranda do Programa de Pós-Graduação em Estudos Literários da Universidade Estadual de Feira de Santana (UEFS).

Raquel Machado GALVÃO, Universidade Estadual de Feira de Santana

Mestranda do Programa de Pós-Graduação em Estudos Literários da Universidade Estadual de Feira de Santana (UEFS).

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Publicado

2015-04-17

Como Citar

OLIVEIRA, C. das M.; GALVÃO, R. M. O INSÓLITO NOS CORDÉIS: UM ESTUDO SOBRE OS FOLHETOS DE FRANKLIN MAXADO DOI: 10.5216/lep.v18i1.35035. Linguagem: Estudos e Pesquisas, Goiânia, v. 18, n. 1, 2015. DOI: 10.5216/lep.v18i1.35035. Disponível em: https://revistas.ufg.br/lep/article/view/35035. Acesso em: 7 out. 2022.

Edição

Seção

Dossiê temático Literatura, Sociedade e Cultura