ECOS DISTANTES DA ECO-EPIDEMIOLOGIA: REVISÃO DE CONCEITOS

Autores

  • Fernando Dias de Avila-Pires

DOI:

https://doi.org/10.5216/rpt.v42i1.23586

Palavras-chave:

Eco-epidemiologia, Epidemiologia, Caixa-preta, Saúde pública, Risco.

Resumo

Epidemiologia é definida aqui como o estudo da distribuição, frequência e causas das doenças humanas e com o estudo dos riscos para a saúde e práticas de saúde pública para a prevenção de todos os riscos para a saúde. Dirigida inicialmente aos fenômenos que afetam populações, os resultados de investigações epidemiológicas têm sido aplicadas a indivíduos, em especial no que concerne a riscos, o que ficou sendo conhecido como a grande falácia. Uma outra distorção ficou conhecida como epidemiologia de caixa-preta, ou seja, a adoção de ações sanitárias e de saúde
pública sem conhecimento dos fatores biológicos subjacentes, em favor da investigação dos fatores de risco. Isso levou à teoria de que doenças poderiam ser prevenidas pela alteração do ambiente, independente do conhecimento detalhado dos mecanismos patogênicos. Finalmente, Susser e Susser defenderam um paradigma para uma era emergente da eco-epidemiologia, denominado caixas chinesas, uma alusão aos conjuntos de caixas que se encaixam umas nas outras. Este trabalho discute em maior detalhe as discussões sobre esses conceitos e as armadilhas que cercam a aplicação das teorias epidemiológicas para a saúde pública.

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Como Citar

AVILA-PIRES, F. D. de. ECOS DISTANTES DA ECO-EPIDEMIOLOGIA: REVISÃO DE CONCEITOS. Revista de Patologia Tropical / Journal of Tropical Pathology, Goiânia, v. 42, n. 1, 2013. DOI: 10.5216/rpt.v42i1.23586. Disponível em: https://revistas.ufg.br/iptsp/article/view/23586. Acesso em: 19 jul. 2024.

Edição

Seção

REVISÃO / REVIEW