ISOSPOROSE HUMANA EM GOIÁS I. Dados Epidemiológicos, Clínicos e Imunológicos

Autores

  • Giovanni Settimi Cysneiros de Oliveira
  • William Barbosa
  • Alcione Leonardo da Silva

DOI:

https://doi.org/10.5216/rpt.v2i4.22666

Resumo

Os autores estudaram sob aspectos epidemiológicos, clínicos e imunológicos. casos de Isosporose encontrados em 45.012 exames parasitológicos de fezes realizados em Goiás, entre 1964 e 1973.
A epidemiologia foi enfocada no que diz respeito à incidência e distribuição sazonal da coccidíose no País e no estrangeiro,
mostrando que o Estado de Goiás detém a maior casuística Nacional da enfermidade, (164 casos positivos correspondentes a 0,36%).
Os parasites foram cultivados em bicromato de potássio a 2% e diagnosticados através da técnica de centrifugo-flutuação pelo sulfato de zinco. Verificaram a dualidade de espécie e mostraram a patogenicidade da I. hominis clinica e imunologicamente. Em 9 casos selecionados estudaram a correlação imunológica entre Isosporose aguda e Toxoplasmose, tendo efetuado imunofluorescéncia com IgG e IgM marcadas, utilizando como antígeno o Toxoplasma gondii, além da reação de Sabín Feldman. Resultados positivos
com IgG, foram encontrados em 9 pacientes; com IgM em 5 e na reação de Sabin Feldman em 8. Concluem pela reação cruzada de grupo entre os coccideos em estudo.

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Como Citar

CYSNEIROS DE OLIVEIRA, G. S.; BARBOSA, W.; LEONARDO DA SILVA, A. ISOSPOROSE HUMANA EM GOIÁS I. Dados Epidemiológicos, Clínicos e Imunológicos. Revista de Patologia Tropical / Journal of Tropical Pathology, Goiânia, v. 2, n. 4, 2007. DOI: 10.5216/rpt.v2i4.22666. Disponível em: https://revistas.ufg.br/iptsp/article/view/22666. Acesso em: 24 jul. 2024.

Edição

Seção

ARTIGOS ORIGINAIS / ORIGINAL ARTICLES