INCIDÊNCIA DA HANSENÍASE NO HOSPITAL DAS CLÍNICAS DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS - 1972

Autores

  • Rodovalho Mendes Domenici

DOI:

https://doi.org/10.5216/rpt.v3i2.22604

Resumo

O autor analisa o total de 1.051 doentes examinados no Ambulatório de Dermatologia do Departamento de
Medicina Tropical, do Instituto de Patologia Tropical da UFGo., que funciona no Hospital das Clínicas da Universidade
Federal de Goiás durante o ano de 1972. Foram encontrados quarenta e oito (48) como portadores de Hanseníase (incidência de 45,69/1.000), apresentando as seguintes formas clínicas:
indeterminada — 27,08%; virchowiana — 56.25%; tuberculoide — 14,58% e dimorfa — 2,08%; Verificou que o maior incidência foi no grupo etário de 30 a 39 anos — 31,75%. Houve também predominância quanto ao sexo masculino — 64,18%; casados — 50%; relativamente a profissão, os lavradores com a porcentagem de 58,30% e domésticas com — 33,33%. Dos doentes diagnosticados — 60,4% são naturais do Estado de Goiás e os restantes de Minas Gerais — 16,8%, da Bahia —
10,4% e do Maranhão e São Paulo — 6,2% em cada um deles.
Quanto a residência 93,75% habitam no Estado de Goiás e destes 43,33% na Capital do Estado — Goiânia.
Registra por fim que entre os doentes examinados foi constatado um caso de hanseneiase dimorfa, o primeiro
dispistado no Estado e que teve a confirmação diagnostica pela histopatologia.

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Como Citar

MENDES DOMENICI, R. INCIDÊNCIA DA HANSENÍASE NO HOSPITAL DAS CLÍNICAS DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS - 1972. Revista de Patologia Tropical / Journal of Tropical Pathology, Goiânia, v. 3, n. 2, 2007. DOI: 10.5216/rpt.v3i2.22604. Disponível em: https://revistas.ufg.br/iptsp/article/view/22604. Acesso em: 21 jul. 2024.

Edição

Seção

NOTA / SHORT COMMUNICATION