NA EDUCAÇÃO INFANTIL VAMOS CRONOMETRAR OU VIVENCIAR O TEMPO?

Autores

DOI:

https://doi.org/10.5216/ia.v51i1.83125

Palavras-chave:

Educação Ambiental, Educação Infantil, Instituições, Dimensões Temporais

Resumo

O artigo combinou influências teóricas e evidências empíricas pelas dimensões temporais numa instituição de Educação Infantil (EI) de Tempo Integral, no qual as questões norteadoras coadunam para compreender e ousadamente responder: que tempo é esse? Pelas bases teóricas de Chronos, Kairós e o Cronossistema, as temporalidades influenciam os modos de ser e estar nos contextos. Compreendemos que o tempo é uma problemática ambiental na contemporaneidade ao evidenciar o produtivismo como característica da sociedade capitalista em oposição ao tempo livre do brincar e do bem-estar da criança enquanto sujeito integral da natureza. Neste sentido, as relações com as dimensões temporais da EI se fortalecem pelos pressupostos da Educação Ambiental Sistêmica, pois o contexto-tempo precisa ser experienciado por meio do viver os processos.

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Biografia do Autor

Pamela Saraiva Rios, Universidade Federal do Rio Grande (FURG), Rio Grande, Rio Grande do Sul, Brasil, doutorado.infancias@gmail.com

Mestre em Educação Ambiental no Programa de Pós-graduação em Educação Ambiental na Universidade Federal do Rio Grande - PPGEA/FURG. Doutoranda em Educação Ambiental no Programa de Pós-graduação em Educação Ambiental na Universidade Federal do Rio Grande - PPGEA/FURG. Colaboradora do grupo de estudos e pesquisas ECOINFÂNCIAS: Infâncias, ambientes e Ludicidade. Bolsista CAPES.

Eliane Lima Piske, Universidade Federal do Rio Grande (FURG), Rio Grande, Rio Grande do Sul, Brasil, e.nanny@hotmail.com

Mestre em Educação Ambiental no Programa de Pós-graduação em Educação Ambiental na Universidade Federal do Rio Grande - PPGEA/FURG. Doutora em Educação Ambiental no Programa de Pós-graduação em Educação Ambiental na Universidade Federal do Rio Grande - PPGEA/FURG. Colaboradora do grupo de estudos e pesquisas ECOINFÂNCIAS: Infâncias, ambientes e Ludicidade.

Narjara Mendes Garcia, Universidade Federal do Rio Grande (FURG), Rio Grande, Rio Grande do Sul, Brasil, narjaramg@gmail.com

Mestre em Educação Ambiental no Programa de Pós-graduação em Educação Ambiental na Universidade Federal do Rio Grande - PPGEA/FURG. Doutora em Educação Ambiental no Programa de Pós-graduação em Educação Ambiental na Universidade Federal do Rio Grande - PPGEA/FURG. Coordenadora do grupo de estudos e pesquisas ECOINFÂNCIAS: Infâncias, ambientes e Ludicidade.

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Publicado

2026-04-30

Como Citar

RIOS, Pamela Saraiva; PISKE, Eliane Lima; GARCIA, Narjara Mendes. NA EDUCAÇÃO INFANTIL VAMOS CRONOMETRAR OU VIVENCIAR O TEMPO?. Revista Inter-Ação, Goiânia, v. 51, n. 1, p. 128–138, 2026. DOI: 10.5216/ia.v51i1.83125. Disponível em: https://revistas.ufg.br/interacao/article/view/83125. Acesso em: 10 maio. 2026.

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