O CANTO DO ESTORNINHO E A PRONÚNCIA FREIREANA DE MUNDO
DOI:
https://doi.org/10.5216/ia.v51i1.83090Palavras-chave:
Paulo Freire, Diálogo, Pronúncia, Teoria e PráticaResumo
O texto andarilha por um campo pretérito e busca em práticas da autora, ocorridas em tempos remotos, diálogos com o referencial freireano que se abre à criação e atravessamentos entre diferentes pronúncias de mundo. Como orientação metodológica foi empregada a indissociabilidade práticateoriaprática, o que autorizou o pensamento a se expandir e a acolher a palavra que, aparentemente, se encontrava esquecida em tempos e espaços que já se foram. O desenvolvimento teórico e metodológico do texto tece aproximações entre a fala do mestre, narrativas (auto)biográficas da autora sobre a escola e diferentes sentidos produzidos no movimento efervescente da consciência. Por se tratar de um ensaio que assume a natureza do diálogo, o artigo não propriamente conclui nenhum tipo de análise, mas se abre, ao fim, para a continuidade.
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