O MODELO COMPENSATÓRIO, PREPARATÓRIO E ESCOLARIZANTE NA EDUCAÇÃO PRÉ-ESCOLAR PAULISTA: ANÁLISE À LUZ DA TEORIA HISTÓRICO-CULTURAL

Autores

DOI:

https://doi.org/10.5216/ia.v51i1.82520

Palavras-chave:

Pré-escola; Modelo Compensatório; Práticas Pedagógicas; Teoria Histórico-Cultural.

Resumo

Este artigo tem como objetivo analisar o surgimento e as implicações do modelo educacional compensatório, preparatório e escolarizante amplamente difundido na educação pré-escolar brasileira desde a década de 1970. Tal modelo fundamenta-se na concepção de que as crianças oriundas das classes populares enfrentam desvantagens culturais, intelectuais, linguísticas e afetivas que comprometem seu desempenho escolar. Apesar das mudanças sociais ao longo dos anos, esse modelo ainda persiste nas escolas, como evidenciado por uma pesquisa de campo realizada em uma escola municipal no interior de São Paulo. Foram aplicados um questionário sociodemográfico e uma entrevista semiestruturada com seis professoras. Os resultados apontam que as práticas educativas continuam influenciadas por essa lógica compensatória, por isso, com base na Teoria Histórico-Cultural, conclui-se que é necessário superar esse modelo e promover uma educação humanizadora.

 

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Biografia do Autor

Vanessa de Souza Monteiro, Universidade Estadual de Londrina (UEL), Londrina, Paraná, Brasil, vapedagogia@yahoo.com.br

Doutoranda e Mestra em Educação pela Universidade Estadual de Londrina. Desde 2023 integra o grupo de pesquisas Travessias Luso-brasileiras na Educação da Infância.

Cassiana Magalhães, Universidade Estadual de Londrina (UEL), Londrina, Paraná, Brasil, cassiana@uel.br

Pós-doutora em Educação pela Universidade de Évora em Portugal, Líder do grupo de pesquisas Travessias Luso-brasileiras na educação da infância.

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Publicado

2026-04-30

Como Citar

MONTEIRO, Vanessa de Souza; MAGALHÃES, Cassiana. O MODELO COMPENSATÓRIO, PREPARATÓRIO E ESCOLARIZANTE NA EDUCAÇÃO PRÉ-ESCOLAR PAULISTA: ANÁLISE À LUZ DA TEORIA HISTÓRICO-CULTURAL. Revista Inter-Ação, Goiânia, v. 51, n. 1, p. 233–249, 2026. DOI: 10.5216/ia.v51i1.82520. Disponível em: https://revistas.ufg.br/interacao/article/view/82520. Acesso em: 10 maio. 2026.

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