Sobre a obscenidade inocente: O caderno rosa de Lori Lamby, de Hilda Hilst DOI10.5216/o.v6i1.9310

Autores

  • Luciana Borges Universidade Federal do Tocantis - Campus de Porto Nacional

DOI:

https://doi.org/10.5216/o.v6i1.9310

Resumo

Com este texto pretende-se discutir literatura de autoria feminina, pornografia e construções de gênero. A partir da leitura do livro O caderno rosa de Lori Lamby, coloca-se em jogo não apenas o preconceito canônico em relação à literatura erótica, o que transforma a escrita do pornográfico em ato político e transgressor, mas também o modo como a sociedade formula uma idéia de erotismo e de exercício da sexualidade associada às construções sócio-culturais de masculino e de feminino.

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Biografia do Autor

Luciana Borges, Universidade Federal do Tocantis - Campus de Porto Nacional

Professora de Teoria da Literatura e Literatura Brasileira na UFT – Campus de Porto Nacional e doutoranda pelo Programa de Pós-graduação em Letras e Lingüística da UFG. Sua tese intitulada “Revisitando as margens: o erótico na narrativa brasileira contemporânea de autoria feminina”, em fase de redação, discute as obras das autoras Clarice Lispector, Hilda Hilst e Fernanda Young. É também integrante do NEDiG – Núcleo de Estudos das Diferenças de Gênero, cuja sede se encontra na UFT, em Porto Nacional.

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Publicado

27-03-2010

Como Citar

Borges, L. (2010). Sobre a obscenidade inocente: O caderno rosa de Lori Lamby, de Hilda Hilst DOI10.5216/o.v6i1.9310. OPSIS, 6(1), 20–32. https://doi.org/10.5216/o.v6i1.9310

Edição

Seção

Dossiê Gênero e Cultura