Políticas do desejo e imaginário feminista

ressonâncias de 1968

Autores

Palavras-chave:

feminismos, poéticas artísticas, corpos, resistências

Resumo

Este artigo tem por objetivo analisar as genealogias e ressonâncias do feminismo engendrado após 1968, quando uma intensa contestação na cultura impactou as mulheres e suas práticas artísticas, políticas e subjetivas, articulando a busca por um imaginário  crítico à moral dominante e sustentada pelo formação de vínculos políticos corporificados. Nessa conjuntura, artistas feministas na América Latina e em outras regiões do mundo demoliram micropoderes que incidem sobre corpos e subjetividades, respondendo ao sexismo das representações tradicionais e propondo novas formas de expressão e objetivação, reafirmando a atualidade do imaginário feministas nas práticas culturais contemporâneas. O corpo, o prazer e o desejo tornam-se símbolos centrais para reivindicar a própria vida, história, escolhas éticas e posicionamentos intelectuais, transformando o mal-estar compartilhado em matéria política.

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Biografia do Autor

Luana Saturnino Tvardovskas, Universidade de Campinas (Unicamp), Campinas, São Paulo, luanat@unicamp.br

Historiadora, professora Livre Docente do departamento de História da Unicamp. Doutora em História pela mesma instituição.

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Publicado

2026-06-03

Como Citar

SATURNINO TVARDOVSKAS, Luana. Políticas do desejo e imaginário feminista: ressonâncias de 1968. História Revista, Goiânia, v. 30, n. 2, p. 214–229, 2026. Disponível em: https://revistas.ufg.br/historia/article/view/83659. Acesso em: 18 jun. 2026.