Ni una a menos e o debate sobre feminicídio na América Latina

Autores

DOI:

https://doi.org/10.5216/hr.v30i2.83643

Palavras-chave:

Ni una a Menos; Feminismos latino-americanos; História da Argentina; História Intelectual.

Resumo

Na última década, uma série de campanhas feministas teve um protagonismo surpreendente na América Latina. Um desses movimentos foi o Ni Una Menos, coordenado pelo coletivo argentino do mesmo nome. Através dessas mobilizações, as mulheres argentinas têm se conscientizado mais sobre questões relacionadas a violência de gênero e ao feminicídio. Mas qual é o significado dos milhares de relatos de mulheres sobre as violências sexistas que sofreram no cotidiano? De onde vem a violência histórica contra o feminino? Para responder a essas perguntas, o artigo analisa as contribuições de historiadores como Jorge Myers e Reinhart Koselleck e de intelectuais latino-americanas como Rita Segato, Dora Barrancos e Maria Lugones.

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Biografia do Autor

Ana Frias, Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, Brasil, anacrisfrias@gmail.com

Doutora em História da América Latina pelo Programa de História Social da Cultura da PUC-Rio

Referências

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Publicado

2026-06-03 — Atualizado em 2026-06-03

Versões

Como Citar

FRIAS, Ana. Ni una a menos e o debate sobre feminicídio na América Latina. História Revista, Goiânia, v. 30, n. 2, p. 253–271, 2026. DOI: 10.5216/hr.v30i2.83643. Disponível em: https://revistas.ufg.br/historia/article/view/83643. Acesso em: 18 jun. 2026.