CARACTERIZAÇÃO DE ÁREA DEGRADADA POR ATIVIDADE ANTRÓPICA

Autores

  • Andressa D’Agostin UDESC
  • Andressa Glusczak UFSM
  • Laís Lavnitcki UDESC
  • Valter Antonio Becegato UDESC

DOI:

https://doi.org/10.5216/revgeoamb.v0i28.47422

Resumo

O presente trabalho objetivou oferecer alternativas de recuperação de uma área degradada localizada no município de Frederico Westphalen - RS que apresenta riscos de desmoronamento. A metodologia desenvolvida foi através de uma pesquisa exploratória em livros, artigos e documentos combinada à pesquisa de campo para observação de fatos e a realidade da área, que foram interpretados de forma a verificar qual a técnica de recuperação mais apropriada à situação. Ficou constatada a necessidade de recuperação física e biológica da área,bem como a estabilização dos taludes. Para isso, as técnicas de estabilização através de muro de gabiões ou muros de solo-pneus são as que melhor se adéquam, dadas as características da área, assim como sua recuperação biológica e física, através da revegetação com plantio de leguminosas e/ou espécies nativas para estabilização do solo, melhor infiltração da água e aumento das atividades biológicas, tendo-se assim um controle sobre a erosão, melhoramento dos aspectos paisagísticos e estéticos, sem comprometer o uso futuro da área.

Downloads

Não há dados estatísticos.

Biografia do Autor

Andressa D’Agostin, UDESC

Mestranda em Ciências Ambientais

Andressa Glusczak, UFSM

Mestranda em Engenharia Civil

Laís Lavnitcki, UDESC

Mestranda em Ciências Ambientais

Valter Antonio Becegato, UDESC

Doutor em Geologia Ambiental - UFPR

Docente do Programa de Mestrado em Ciências Ambientas - UDESC

Referências

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 11682: Estabilidade de encostas.Rio de Janeiro, 33 p. 2009.

BEZERRA, F. B. OLIVEIRA, M.A.C.L; PEREZ, D.V; ANDRADE, A.G; MENEGUELLI, N.A. Lodo de esgoto em revegetação de área degradada. Pesquisa agropecuária brasileira, v. 41, n. 3, p. 469-476, 2006.

BRASIL. Lei nº 6.766, de 19 de dezembro de 1979. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil, Poder Executivo, Brasília, DF, 20 dez. 1979. Disponível em: <http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/L6766.htm>. Acesso em: 22 jun. 2014.

_______. Lei nº 6.938, de 31 de agosto de 1981. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil, Poder Executivo, Brasília, DF,2 set. 1981. Disponível em: <http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/L6938.htm>. Acesso em: 20 abr. 2017.

_______. Lei nº 9.985, de 18 de julho de 2000. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil, Poder Executivo, Brasília, DF, 19 jul. 2000. Disponível em: <http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/L9985.htm>. Acesso em: 20 abr. 2017.

COMPANHIA DE SANEAMENTO DO PARANÁ – SANEPAR. Manual de Obras de Saneamento: Obras de Contenção. Módulo 7, 2008. 11 p.

EMPRESA BRASILEIRA DE PESQUISA AGROPECUARIA - EMBRAPA. Sistema brasileiro de classificação de solos. 2.ed. Rio de Janeiro, Embrapa Solos, 2006. 306p.

CANDIDO FILHO, A; SANTOS, J.J.A; CANDIDO, B.C.A; PEREIRA.F.C; CRUZ,T.M.L. Recuperação de Áreas Degradadas.Congresso Técnico Científico da Engenharia e da Agronomia - CONTECC. 2015. Disponível em: http://www.confea.org.br/media/Agronomia_recuperacao_de_areas_degradadas.pdf. Acesso em 20 abr. 2017.

GERSCOVICH, D.M.S. Estruturas de Contenção: Muros de Arrimo.Faculdade de Engenharia da Universidade do Estado do Rio de Janeiro, Departamento de Estruturas e Fundações. Rio de Janeiro, 2010. 48p.

KÖPPEN, W.; GEIGER, R. Klimate der Erde. Gotha: Verlag Justus Perthes. 1928. Wall-map 150cmx200cm.

LEITE, G. U. Análise custo-benefício de obras de contenção. Trabalho de Conclusão de Curso. Universidade Federal da Paraíba, 2011.

MARX, D. H.; BERRY, C. R.; KORMANIK, Paul P. Application of municipal sewage sludge in forest and degraded land. 1995.

MEIRA, A. S.; LEAO, J. L.; SANTOS, J. M. O Uso e ocupação do solo e a formação de voçorocas no município de Caetité – BA. In: VI Congresso Brasileiro de Geógrafos, 2004, Goiânia. Anais... Goiânia: AGB. Disponível em: < http:// www.igeo.uerj.br/VICBG- 2004/Eixo2/E2_015.htm >. Acesso em: 20 de abril 2017.

MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE. Instrução Normativa nº 5, de 8 de setembro de 2009.Disponível em: <http://www.redejucara.org.br/legislacao/in_5_2009_MMA.pdf>. Acesso em: 20 abr. 2017.

PEDROSO NETO, J.C.; LOPES, E.W. Caracterização física do Latossolo Vermelho distrófico da Fazenda Escola da FAZU. FAZU em Revista, n. 6, p. 11-52, Uberaba, 2009.

RODRIGUES, R. R.; GANDOLFI, S. Recomposição de florestas nativas: princípios gerais e subsídios para uma definição metodológica. Ornamental Horticulture, v. 2, n. 1, 1996.

ROESNER, F. J. Retroanálise e proposta de estabilização de um talude da rodovia SC-435. Trabalho de conclusão de curso (Engenharia de Infraestrutura), 86 p. Universidade Federal de Santa Catarina, Joinville, 2015.

SCHIAVO, J. A; BUSATO, J.G; MARCO ANTONIO MARTINS, M.A; CANELLAS, L.P. Recovery of degraded areas revegeted with Acacia mangium and Eucalyptus with special reference to organic matter humification. Scientia Agricola, v. 66, n. 3, p. 353-360, 2009.

SILVA, D. A. ECV 5356 - Técnicas de construção civil I. 102p. Notas de aula – Universidade Federal de Santa Catarina, Florianópolis, 2003.

SILVA, P. J. da; PIRES, M. A. F. Renaturalização de rios, em áreas de trechos, urbanos com a aplicação de técnicas de bioengenharia em obras de engenharia hidráulica. XVII Simpósio Brasileiro De Recursos Hídricos & VIII Simpósio De Hidráulica e Recursos Hídricos Dos Países De Língua Oficial Portuguesa. São Paulo, v. 1, p. 162-162, 2007.

TAVARES, S.R. L; ANDRADE, A. G; ROSSI, C. Q; CAPECHE, C. L; BALIEIRO, F. C; DONAGEMMA, G. K; CHAER, G. M; POLIDORO, J. C; MACEDO, J. R; PRADO, R. B; FERRAZ, R. P. D; PIMENTA, T. S Curso de Recuperação de Áreas Degradadas: a visão da Ciência do Solo no contexto do diagnóstico, manejo, indicadores de monitoramento e estratégias de recuperação.Rio de Janeiro: Embrapa Solos, 228 p. 2008.

VALCARCEL, R.; SILVA, Z. de S. A eficiência conservacionista de medidas de recuperação de áreas degradadas: proposta metodológica. Floresta, v. 27, n. 12, 1997.

Downloads

Publicado

2017-06-15

Como Citar

D’AGOSTIN, A.; GLUSCZAK, A.; LAVNITCKI, L.; BECEGATO, V. A. CARACTERIZAÇÃO DE ÁREA DEGRADADA POR ATIVIDADE ANTRÓPICA. Geoambiente On-line, Goiânia, n. 28, 2017. DOI: 10.5216/revgeoamb.v0i28.47422. Disponível em: https://revistas.ufg.br/geoambiente/article/view/47422. Acesso em: 9 dez. 2022.

Edição

Seção

Artigos