Modernização, racialização e branqueamento na música sertaneja

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DOI:

https://doi.org/10.5216/sec.v25.70760

Resumo

Este artigo aborda a modernização da música sertaneja brasileira, tentando entender como esse gênero musical integra, ao longo de sua história, determinados processos de racialização. Através da análise da estética presente na obra de alguns cantores, pretende-se desenvolver o argumento, segundo o qual, a música sertaneja desenvolveu, mesmo que de maneira difusa, narrativas e sonoridades racializadas, especialmente aquela conhecida hoje como “música caipira”. Todavia,
assim como aconteceu com outros gêneros musicais, o sertanejo, ao se modernizar e se nacionalizar, atravessou um processo de “branqueamento”, fato perceptível, atualmente, tanto na composição racial de seus artistas como nas expressões narrativas, estéticas, sonoras e performáticas presentes nesse gênero musical.

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Biografia do Autor

Rogério da Palma, Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul (UEMS), Paranaíba, Mato Grosso do Sul, Brasil, rpalma@uems.br

Doutor em Sociologia pela Universidade Federal de São Carlos e professor da Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul. 

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Publicado

2022-07-06

Como Citar

DA PALMA, R. Modernização, racialização e branqueamento na música sertaneja . Sociedade e Cultura, Goiânia, v. 25, 2022. DOI: 10.5216/sec.v25.70760. Disponível em: https://revistas.ufg.br/fcs/article/view/70760. Acesso em: 6 out. 2022.

Edição

Seção

Artigos Livres