Da Nova República à nova direita: o bolsonarismo como sintoma mórbido

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DOI:

https://doi.org/10.5216/sec.v24.67892

Resumo

 O presente trabalho está centrado em uma discussão a respeito da crise da Nova República no Brasil – tanto do ponto de vista institucional quanto de suas balizas orgânicas e ideológicas –, bem como da ascensão de novos grupos políticos nas primeiras décadas do século XXI abertamente identificados com uma direita reinventada, que encontraram na eleição de Jair Bolsonaro para a Presidência da República, em 2018, o desaguadouro institucional de uma longa disputa ideológica no seio da sociedade civil operada como guerra de posições. O argumento central desta reflexão reside na categorização da crise da Nova República como uma crise de hegemonia, e, portanto, do próprio pacto social de dominação política construído durante o processo de redemocratização das décadas de 1980 e 1990. Imerso em um interregno, o Brasil teria, no bolsonarismo, o principal sintoma dessa paralisia histórica. 

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Biografia do Autor

Ivan Henrique de Mattos e Silva, Universidade Federal do Amapá, Macapá, Amapá, Brasil

Doutor em Ciência Politica pela Universidade Federal de São Carlos. Professor de Ciência Política na Universidade Federal do Amapá. 

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Publicado

2021-09-16

Como Citar

DE MATTOS E SILVA, I. H. . Da Nova República à nova direita: o bolsonarismo como sintoma mórbido. Sociedade e Cultura, Goiânia, v. 24, 2021. DOI: 10.5216/sec.v24.67892. Disponível em: https://revistas.ufg.br/fcs/article/view/67892. Acesso em: 2 jul. 2022.

Edição

Seção

Artigos Livres