Credor, fiador e devedor: O FMI na América Latina e no Caribe na década após a crise financeira

Resumo

Após uma retirada brilhante, durante a eclosão da crise financeira internacional, o G20 colocou novamente o FMI como uma instituição financeira internacional relevante. Embora muitos de seus créditos fossem para a Europa, o Fundo também tinha presença ativa na América Latina e no Caribe. Com base em uma metodologia qualitativa e quantitativa, este trabalho analisa, a partir de uma perspectiva de economia política, a evolução e as características do vínculo financeiro estabelecido entre o FMI e a região durante a
década posterior à crise financeira global. Propõe-se que, devido às mudanças em sua política de crédito e às diferentes necessidades dos países da região, o FMI desempenhou três papéis após a crise: credor, garantidor e, sem precedentes, devedor.

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Biografia do Autor

Pablo Nemiña, CONICET

Investigador Adjunto del Consejo Nacional de Investigaciones Científicas y Técnicas, Buenos Aires, Argentina.

Sociólogo y Doctor en Ciencias Sociales, en ambos casos por la Universidad de Buenos Aires. Investigador CONICET con sede del Instituto de Altos Estudios Sociales de la Universidad Nacional de San Martín. Investigador Asociado del Área de Relaciones Internacionales de la Facultad Latinoamericana de Ciencias Sociales, Argentina

Juan Larralde, BCRA

Analista de Relaciones y Acuerdos Internacionales del Banco Central de la República Argentina, Buenos Aires, Argentina. Contador Público y Magíster en Relaciones Económicas Internacionales, en ambos casos por la Universidad de Buenos Aires.

Publicado
19-05-2020
Como Citar
Nemiña, P., & Larralde, J. (2020). Credor, fiador e devedor: O FMI na América Latina e no Caribe na década após a crise financeira. Sociedade E Cultura, 23. https://doi.org/10.5216/sec.v23i.59835
Seção
Dossiê: Os poderes emergentes e a ordem mundial contemporânea