Coleções, silêncios, higienização e hegemonia de classes – uma análise sobre os casos de Inhotim (Brasil) e Saint Louis Art Museum (EUA)

Autores

  • Marina Roriz Rizzo Lousa da Cunha Universidade Federal de Goiás, Faculdade de Informação e Comunicação (FIC), Goiânia, Goiás, Brasil, roriz.marina@gmail.com

DOI:

https://doi.org/10.5216/sec.v21i1.54915

Palavras-chave:

Abertura democrática, Coleções, Higienização, Silêncios, Hegemonia de classes

Resumo

No contexto contemporâneo, muitos museus de arte caminham
para se estruturarem com foco na lógica de mercado e nas
demandas de uma economia globalizada, ocasionando práticas
mais inclusivas, dialógicas, tecnológicas, concentradas em
volumes de audiência. No entanto, ao olhar para as coleções
expostas nestas instituições, é possível observar que, apesar
de uma suposta abertura democrática, estes objetos tendem
a ser indexados em referentes específicos, e em muitos casos,
sofrerem processos de higienização e silenciamento, reforçando
a relação desigual entre quem mostra e quem é mostrado.
Para entender melhor esta situação, este artigo concentrase
na análise de dois casos, o Instituto Inhotim (Brasil) e o
Saint Louis Art Museum (EUA). Procura entender o papel das
coleções ali presentes a fim de evidenciar, a partir da relação
entre investigadores e interlocutores, as redes e posições que
se constituem.

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Biografia do Autor

Marina Roriz Rizzo Lousa da Cunha, Universidade Federal de Goiás, Faculdade de Informação e Comunicação (FIC), Goiânia, Goiás, Brasil, roriz.marina@gmail.com

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Publicado

2018-09-11

Como Citar

RORIZ RIZZO LOUSA DA CUNHA, M. Coleções, silêncios, higienização e hegemonia de classes – uma análise sobre os casos de Inhotim (Brasil) e Saint Louis Art Museum (EUA). Sociedade e Cultura, Goiânia, v. 21, n. 1, 2018. DOI: 10.5216/sec.v21i1.54915. Disponível em: https://revistas.ufg.br/fcs/article/view/54915. Acesso em: 21 fev. 2024.

Edição

Seção

Dossiê