“Tias” e “novinhas”: envelhecimento e relações intergeracionais nas experiências de travestis trabalhadoras sexuais em Belo Horizonte

Autores

  • Vanessa Sander
  • Lorena Hellen de Oliveira

DOI:

https://doi.org/10.5216/sec.v19i2.48671

Resumo

O presente artigo pretende costurar reflexões sobre as relações intergeracionais entre travestis trabalhadoras sexuais e suas noções e perspectivas de envelhecimento e periodização da vida, por meio de dados extraídos de nossas pesquisas etnográficas que partiram de diferentes áreas de prostituição de Belo Horizonte. Concebendo as categorias referentes às gerações e o envelhecimento como produções discursivas, buscou-se compreender quais narrativas são acionadas pelas travestis para dar contornos e singularidades às suas experiências. O foco reside nas relações intergeracionais entre “tias” e “novinhas”, como são chamadas as travestis veteranas e novatas: seus conflitos, afetos, dinâmicas distintivas e memórias de experiências compartilhadas. A constituição dessas categorias nativas aponta para um emaranhado de relações, vínculos e conflitos, que constituem redes de suporte social atravessadas pelo mercado do sexo

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Publicado

2017-08-11

Como Citar

SANDER, V.; DE OLIVEIRA, L. H. “Tias” e “novinhas”: envelhecimento e relações intergeracionais nas experiências de travestis trabalhadoras sexuais em Belo Horizonte. Sociedade e Cultura, Goiânia, v. 19, n. 2, 2017. DOI: 10.5216/sec.v19i2.48671. Disponível em: https://revistas.ufg.br/fcs/article/view/48671. Acesso em: 11 ago. 2022.

Edição

Seção

Dossiê