Mutações de Olhar: as vias de diálogo entre o campo e o arquivo

Autores

  • Marcelo Moura Mello Unicamp

DOI:

https://doi.org/10.5216/sec.v11i1.4471

Palavras-chave:

oralidade, relatos orais, arquivos, história, memória.

Resumo

O objetivo deste artigo é refletir sobre o uso de fontes arquivísticas na pesquisa antropológica e sua relação com a produção etnográfica, bem como a implicação das experiências de campo sobre a descrição, manejo e leitura dessas fontes. O artigo expõe os diferentes contextos das pesquisas de campo e em arquivos históricos envolvendo a comunidade negra rural de Cambará, que fica localizada entre os municípios de Cachoeira do Sul e Caçapava do Sul (Rio Grande do Sul). Considera-se que somente tomando a oralidade em seus próprios termos – por meio da descrição das formas de lembrar e do trabalho da memória – é possível diminuir a assimetria entre oral e escrito. Argumenta- se também que os relatos orais coletados em campo podem exercer efeitos de conhecimento na leitura das fontes escritas e colocar novas questões para a reconstituição histórica do passado.

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Biografia do Autor

Marcelo Moura Mello, Unicamp

Mestrando em Antropologia Social na Unicamp. Bolsista Fapesp mouramello@yahoo.com.br

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Publicado

2008-08-03

Como Citar

MELLO, M. M. Mutações de Olhar: as vias de diálogo entre o campo e o arquivo. Sociedade e Cultura, Goiânia, v. 11, n. 1, 2008. DOI: 10.5216/sec.v11i1.4471. Disponível em: https://revistas.ufg.br/fcs/article/view/4471. Acesso em: 10 ago. 2022.

Edição

Seção

Dossiê