Is SMART the new stupid? Health worker perspectives on producing PBF indicators

Autores

  • Yogesh Rajkotia ThinkWell, Washington DC, USA

DOI:

https://doi.org/10.5216/sec.v22i2.56884

Resumo

Os formuladores de programas de financiamento baseados em desempenho (FBD)
tradicionalmente selecionam e avaliam os indicadores de prestação de serviços de acordo com
o valor de saúde pública e com o indicador SMART (específico, mensurável, alcançável, realista
e oportuno). Essa abordagem ignora a perspectiva dos provedores sobre o valor dos insumos
e os custos de oportunidade na prestação do serviço. Foram realizadas entrevistas, discussões
em grupos focais e outras atividades com trabalhadores da saúde para elucidar os fatores que
motivam a oferta de serviços incentivados pelo FBD. Os profissionais de saúde identificaram
três considerações fundamentais na priorização do serviço: esforço para adquirir um paciente,
esforço para tratar um paciente e grau de controle do trabalhador de saúde. Os profissionais de
saúde consideram vários fatores ao priorizar os serviços do FBD para maximizar sua recompensa
total. Ao atribuir preços aos serviços do FBD, os formuladores do programa devem entender o
valor dos insumos e dos custos de oportunidade, em vez de confiar apenas no valor de saúde
pública e na estrutura do indicador SMART. Ao definir preços para os serviços, os elaboradores
de programas do PBF devem colaborar com os profissionais de saúde para levar em conta a
variedade de fatores que esses trabalhadores consideram ao tomar decisões sobre a prestação de
serviços.

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Biografia do Autor

Yogesh Rajkotia, ThinkWell, Washington DC, USA

Chief Executive Officer at ThinkWell, Washington DC, USA. Doctorate degree in health economics from Johns Hopkins University (USA) and master’s degree in health policy from the London School of Economics and Political Science (England).

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Publicado

2019-10-06

Como Citar

RAJKOTIA, Y. Is SMART the new stupid? Health worker perspectives on producing PBF indicators. Sociedade e Cultura, Goiânia, v. 22, n. 2, 2019. DOI: 10.5216/sec.v22i2.56884. Disponível em: https://revistas.ufg.br/fcs/article/view/56884. Acesso em: 2 fev. 2023.

Edição

Seção

Artigos Livres