A Monumentalidade na democratização do espaço e da cultura

Autores

  • Inês Alves Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto

DOI:

https://doi.org/10.5216/vis.v13i2.34113

Resumo

O artigo propõe uma reflexão sobre monumentalidade no instaurar do poder político e religioso, e sua reconversão com uma sociedade democrática. São analisadas 3+1 tipologias de espaço expositivo cultural: o palácio ou a igreja, contentores de grandes obras de arte clássicas, no miolo dos centros históricos; as galerias de arte associadas a uma economia mercantil, com dinamização de uma zona do centro da cidade e ainda, a autonomização do objeto arquitetônico na proximidade da cidade tradicional. Por último é referido o estudo de caso – Silo Espaço Cultural – no interior do NorteShopping, porém disposto numa estrutura periférica a este, que se vem distinguir por uma aparente proximidade a público múltiplo. 

Palavras-chave: Democratização, espaço público, monumentalidade

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Biografia do Autor

Inês Alves, Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto

Licenciada em Arquitectura (ESAP, 2008) e Mestre em Arte e Design para o Espaço Público (FBAUP, 2011), frequenta o Doutoramento em Educação Artística na Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto. A sua actividade académica   centra-se   na   preocupação   com   os   novos   propósitos   da   Arquitectura, no crescimento da cidade e entendimento dos territórios mais periféricos como palco de alterações humanas  e  sociais  drásticas,  com  o  emergir  do  pensamento  Pós-Moderno.

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Publicado

2016-04-15

Como Citar

ALVES, I. A Monumentalidade na democratização do espaço e da cultura. Visualidades, Goiânia, v. 13, n. 2, 2016. DOI: 10.5216/vis.v13i2.34113. Disponível em: https://revistas.ufg.br/VISUAL/article/view/34113. Acesso em: 1 dez. 2022.