Egon Schiele como trickster: possíveis aproximações - DOI 10.5216/vis.v10i2.26555

Autores

  • Daniel Franco de Oliveira CECIERJ

DOI:

https://doi.org/10.5216/vis.v10i2.26555

Resumo

Egon Schiele, em seus autorretratos, investiga, com um olhar cuidadoso e extremamente crítico, o psicológico e o emocional e produz extensa obra em 10 anos. As ambiguidades e as várias transformações a que se sujeita permitem traçar paralelos entre suas obras e o trickster, mítica figura que transita entre fronteiras, cruzando seus limites, o trapaceiro, uma entidade de múltiplas formas. Este artigo visa estudar o Autorretrato nu de Schiele de 1910, analisá-lo e esclarecer possíveis semelhanças encontradas a partir da comparação entre ele e as seis características do multicultural e multiformal trickster criadas por William Hynes e presentes no capítulo Mapping trickster characteristcs do livro Mythical Trickster Figures.

Palavras-chave: Egon Schiele, trickste

 

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Publicado

2013-09-23

Como Citar

DE OLIVEIRA, D. F. Egon Schiele como trickster: possíveis aproximações - DOI 10.5216/vis.v10i2.26555. Visualidades, Goiânia, v. 10, n. 2, 2013. DOI: 10.5216/vis.v10i2.26555. Disponível em: https://revistas.ufg.br/VISUAL/article/view/26555. Acesso em: 20 jul. 2024.

Edição

Seção

Artigos