Cromatografia Contracorrente: Princípios e Aplicações

Autores

  • Sabrina Laíz Büttenbender Departamento de Produção e Controle de Qualidade de Medicamentos. Laboratório de Controle de Qualidade Farmacêutico, Faculdade de Farmácia, Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). Avenida Ipiranga, nº 2752 (4º andar), Bairro Petrópolis, Porto Alegre/RS, CEP: 90610-000. Função/Cargo: Bolsista de Iniciação Científica.
  • Elisa de Saldanha Simon Departamento de Produção e Controle de Qualidade de Medicamentos. Laboratório de Controle de Qualidade Farmacêutico, Faculdade de Farmácia, Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). Avenida Ipiranga, nº 2752 (4º andar), Bairro Petrópolis, Porto Alegre/RS, CEP: 90610-000. Função/Cargo: Bolsista de Doutorado.
  • Nadia Maria Volpato Departamento de Produção e Controle de Qualidade de Medicamentos. Laboratório de Controle de Qualidade Farmacêutico, Faculdade de Farmácia, Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). Avenida Ipiranga, nº 2752 (4º andar), Bairro Petrópolis, Porto Alegre/RS, CEP: 90610-000. Função/Cargo: Professor Associado IV

DOI:

https://doi.org/10.5216/ref.v15ie.47586

Palavras-chave:

Cromatografia, Solventes, Produtos Biológicos

Resumo

Introdução: Esta revisão aborda a cromatografia contracorrente, técnica utilizada para separação em que são utilizadas duas fases líquidas imiscíveis, compostas por uma mistura de solventes. As vantagens da cromatografia contracorrente frente a outras técnicas cromatográficas estão relacionadas principalmente à ausência de um suporte sólido. Metodologia: São apresentados os principais aspectos em relação à evolução da técnica, ao desenvolvimento metodológico e às aplicações a produtos naturais e na enantioseparação, relatadas em estudos publicados entre 2013 e agosto de 2016. Resultados e Discussão: A seleção do sistema de solventes bifásico é um ponto crítico do método e tem sido alvo de importantes estudos, os quais incluem também o desenvolvimento de modelos completamente teóricos para escolha do sistema de solventes ideal. As tendências observadas apontam para o uso de alcanos, já tradicionais em cromatografia contracorrente, em que podem ser adicionados agentes modificadores. Algumas inovações nos modos de eluição são descritas, como gradientes de polaridade, extrusão da fase estacionária, reciclagem de fase móvel e refinamento por zona de pH. Conclusões: O emprego da cromatografia contracorrente para a separação de produtos de origem vegetal e de enantiômeros é destacado, evidenciando o potencial desta técnica na separação de compostos com atividade biológica.

Downloads

Não há dados estatísticos.

Biografia do Autor

Sabrina Laíz Büttenbender, Departamento de Produção e Controle de Qualidade de Medicamentos. Laboratório de Controle de Qualidade Farmacêutico, Faculdade de Farmácia, Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). Avenida Ipiranga, nº 2752 (4º andar), Bairro Petrópolis, Porto Alegre/RS, CEP: 90610-000. Função/Cargo: Bolsista de Iniciação Científica.

Possui graduação em Farmácia pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (2016).

Elisa de Saldanha Simon, Departamento de Produção e Controle de Qualidade de Medicamentos. Laboratório de Controle de Qualidade Farmacêutico, Faculdade de Farmácia, Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). Avenida Ipiranga, nº 2752 (4º andar), Bairro Petrópolis, Porto Alegre/RS, CEP: 90610-000. Função/Cargo: Bolsista de Doutorado.

Possui graduação em Farmácia pela Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (2002) com ênfase em Indústria, especialização profissional em Homeopatia pela Faculdade de Ciências da Saúde de São Paulo (2007), MBA em Gestão Industrial Farmacêutica pelo Instituto de Pós-Graduação de Goiás (2012) e Mestrado em Ciências Farmacêuticas pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (2017). Atualmente é pesquisadora e cursa o Doutorado em Ciências Farmacêuticas da Universidade Federal do Rio Grande do Sul na área de Controle de Qualidade (PPGCF - conceito 7 pela CAPES). Tem experiência na área de manipulação de medicamentos alopáticos, fitoterápicos, homeopáticos e cosméticos e na área da Indústria Farmacêutica, com ênfase em Pesquisa, Desenvolvimento e Troubleshooting. Conhecimento em controle de qualidade de fármacos e medicamentos, cromatografia líquida de alta eficiência e cromatografia contracorrente.

Nadia Maria Volpato, Departamento de Produção e Controle de Qualidade de Medicamentos. Laboratório de Controle de Qualidade Farmacêutico, Faculdade de Farmácia, Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). Avenida Ipiranga, nº 2752 (4º andar), Bairro Petrópolis, Porto Alegre/RS, CEP: 90610-000. Função/Cargo: Professor Associado IV

Possui graduação em Farmacêutico Industrial pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (1984), mestrado em Ciências Farmacêuticas pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (1989) e doutorado em Chimica e Scienze Farmaceutiche - Universita degli Studi di Pavia-Parma, Itália (1996). Atualmente é Professor Associado IV da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, após ter atuado até 2005 na Faculdade de Farmácia da UFRJ. Tem experiência na área de Farmácia, com ênfase em Análise e Controle de Medicamentos, atuando principalmente nos seguintes temas: dissolução e liberação de medicamentos sólidos e semi-sólidos, controle de qualidade, validação de métodos analíticos e correlação in vivo-in vitro.

Downloads

Publicado

30-11-2018

Como Citar

Büttenbender, S. L., Simon, E. de S., & Volpato, N. M. (2018). Cromatografia Contracorrente: Princípios e Aplicações. Revista Eletrônica De Farmácia, 15(e). https://doi.org/10.5216/ref.v15ie.47586

Edição

Seção

Áreas Afins