TESTE DA ANTIGLOBULINA HUMANA: UMA REVISÃO DE LITERATURA

Autores

  • Alexandre Gomes Vizzoni Instituto Nacional de Infectologia Evandro Chagas - INI/Fiocruz
  • Flavia Regina Medeiros da Silva Instituto Nacional de Infectologia Evandro Chagas - INI/Fiocruz

DOI:

https://doi.org/10.5216/ref.v12i3.33656

Palavras-chave:

análises clínicas,

Resumo

O teste de antiglobulina pode ser utilizado na detecção de hemácias sensibilizadas por aloanticorpos, autoanticorpos e/ou componentes do complemento. A sensibilização pode ocorrer in vivo ou in vitro. A detecção da sensibilização das hemácias in vitro é determinada pela técnica de antiglobulina indireta ou coombs indireto, podendo ser aplicada para os testes de compatibilidade, triagem de anticorpos irregulares, identificação de anticorpos irregulares, fenotipagem eritrocitária e estudos de titulação de anticorpos, enquanto que a sensibilização in vivo é determinada pelo teste de antiglobulina direta ou Coombs direto. A interpretação de um teste de antiglobulina positivo exige o conhecimento do diagnóstico do paciente, avaliação das medicações em uso, gravidez e história transfusional, assim como a informação de presença de anemia hemolítica autoimune. Somente o resultado sorológico do teste não é diagnóstico, devendo ser avaliado em conjunto com os dados clínicos e demais dados laboratoriais, tais quais como: hematócrito, bilirrubina, haptoglobina e contagem de reticulócitos.

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Biografia do Autor

Alexandre Gomes Vizzoni, Instituto Nacional de Infectologia Evandro Chagas - INI/Fiocruz

Coordenador de Atividades Diagnósticas do Instituto Nacional de Infectologia Evandro Chagas - INI/Fiocruz

Flavia Regina Medeiros da Silva, Instituto Nacional de Infectologia Evandro Chagas - INI/Fiocruz

Farmacêutica, Tecnologista em Saúde Pública do Laboratório de Imunohematologia do Instituto Nacional de Infectologia Evandro Chagas - INI/Fiocruz

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Publicado

2015-09-30

Como Citar

VIZZONI, A. G.; DA SILVA, F. R. M. TESTE DA ANTIGLOBULINA HUMANA: UMA REVISÃO DE LITERATURA. Revista Eletrônica de Farmácia, Goiânia, v. 12, n. 3, p. 5–14, 2015. DOI: 10.5216/ref.v12i3.33656. Disponível em: https://revistas.ufg.br/REF/article/view/33656. Acesso em: 18 maio. 2024.

Edição

Seção

Artigos Originais