“AVALIAÇÃO DA QUALIDADE DE CÁPSULAS DE GUARANÁ (Paullinia cupana Kunth), MANIPULADAS E COMERCIALIZADAS POR FARMÁCIAS MAGISTRAIS”

Autores

  • Vanessa Gomide Alves Universidade de Franca
  • Alexandre Henrique Leonel Instituto Homeopatico François Lamasson; Homeopatia Brasil
  • Andresa Aparecida Berretta Faculdade de Ciências Farmacêuticas de Ribeirão Preto, Universidade de São Paulo; Apis Flora Indl. Coml. Ltda.

DOI:

https://doi.org/10.5216/ref.v11i3.29963

Palavras-chave:

produção e controle de medicamentos

Resumo

A qualidade de insumos farmacêuticos e medicamentos é uma questão imprescindível para o sucesso da terapêutica. Nesse sentido, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) têm, ao longo dos anos, estabelecido normas para regular os fornecedores de insumos, indústrias farmacêuticas e farmácias de manipulação e drogarias. Nesse sentido, o presente trabalho teve como objetivo avaliar a qualidade de cápsulas de guaraná (Paullinia cupana) manipuladas em farmácias de manipulação da cidade de Franca, São Paulo. A qualidade do produto foi avaliada seguindo métodos farmacopéicos como referência. As cápsulas foram avaliadas quanto à padrões mínimos de qualidade e envolveram a determinação do peso médio, umidade, material estranho, teor de cafeína, desintegração e cinzas. Os resultados demonstraram que o insumo foi adequadamente identificado, estando dentro dos padrões farmacopéicos de qualidade, no entanto, os resultados obtidos com o produto final demonstraram que 2% das amostras apresentaram avarias, como cápsulas amassadas, 30% demonstraram variação no peso acima da margem aceita. Desse modo, os resultados do trabalho sugerem que embora diversas medidas estejam sendo adotadas para a qualidade, há espaço para a implementação de melhoria contínua.

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Publicado

2014-09-30

Como Citar

ALVES, V. G.; LEONEL, A. H.; BERRETTA, A. A. “AVALIAÇÃO DA QUALIDADE DE CÁPSULAS DE GUARANÁ (Paullinia cupana Kunth), MANIPULADAS E COMERCIALIZADAS POR FARMÁCIAS MAGISTRAIS”. Revista Eletrônica de Farmácia, Goiânia, v. 11, n. 3, p. 19, 2014. DOI: 10.5216/ref.v11i3.29963. Disponível em: https://revistas.ufg.br/REF/article/view/29963. Acesso em: 22 maio. 2022.

Edição

Seção

Artigos Originais