CONTRIBUIÇÃO AO ESTUDO FITOQUÍMICO E CITOTÓXICO DE Synadenium carinatum Boiss (EUPHORBIACEAE).

Autores

  • Aline Alvares Machado
  • Tomoe Nakashima
  • Waldir Antonio Silva
  • Ernesto Renato Krüger

DOI:

https://doi.org/10.5216/ref.v8i2.14932

Palavras-chave:

fitoquímica, Synadenium carinatum, screening fitoquímico, citotoxicidade.

Resumo

Synadenium carinatum é uma planta da família Euphorbiaceae, latescente, utilizada como planta medicinal em diversas regiões do país com várias finalidades, entre elas câncer, inflamações, úlceras e como estimulante do sistema imunológico. Assim como outras do mesmo gênero, é conhecida como cega-olho, leitosinha, janaúba, e outros. Há muitos anos a população brasileira faz uso desta planta mesmo não existindo comprovações científicas sobre tais efeitos supostamente benéficos aos seres humanos. Assim, os objetivos deste trabalho foram caracterizar a espécie quimicamente e realizar testes in vitro para verificação de possível toxicidade animal, visando assim contribuir com o conhecimento popular. Foi realizado o screening fitoquímico da espécie, utilizando folhas frescas; os extratos apresentaram diversos metabólitos secundários de interesse farmacológico, entre eles: cumarinas, flavonóides, esteróides e/ou triterpenos, taninos, e outros. Os testes de citotoxicidade foram realizados utilizando o látex, que é o produto da planta usado “terapeuticamente” pela população, em concentrações semelhantes àquelas usadas popularmente. Os resultados demonstraram que, em concentrações mais elevadas, o látex apresenta citotoxicidade acentuada, o que inspira cuidados na sua utilização e em futuros testes em modelos animais e humanos. 10.5216/ref.v8i2.14932

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Publicado

2011-07-05

Como Citar

MACHADO, A. A.; NAKASHIMA, T.; SILVA, W. A.; KRÜGER, E. R. CONTRIBUIÇÃO AO ESTUDO FITOQUÍMICO E CITOTÓXICO DE Synadenium carinatum Boiss (EUPHORBIACEAE). Revista Eletrônica de Farmácia, Goiânia, v. 8, n. 2, p. 24, 2011. DOI: 10.5216/ref.v8i2.14932. Disponível em: https://revistas.ufg.br/REF/article/view/14932. Acesso em: 22 maio. 2022.

Edição

Seção

Artigos Originais