Infravermelho e CO2 como métodos para determinar a viabilidade de sementes de Lafoensia pacari A.St.-Hil. (Lythraceae)
DOI:
https://doi.org/10.5216/rbn.v23.84229Palavras-chave:
morfologia, atividade respiratória, tetrazólio, germinação, substratoResumo
Métodos rápidos têm sido testados para estimar a viabilidade de sementes. Lafoensia pacari foi usada como modelo biológico para estimar o potencial do uso do infravermelho e do CO₂ como medidas de viabilidade das sementes. Fez-se a morfologia, a determinação das dimensões, a massa de mil sementes, o teor de água, das temperaturas (ar, sementes, substratos) pela emissão de infravermelho (IRe), a atividade respiratória das sementes (CO₂, IRe e tetrazólio [TZ], usadas para estimar a viabilidade) e além da embebição, condutividade elétrica (EC), germinação aos 14 e 21 dias em papel e na areia, anormalidade de plântulas e mortalidade das sementes. A morfologia e a morfometria e a massa de mil indicaram que as sementes são aplanadas, aladas e leves. O tegumento quebradiço não limitou a embebição. O TZ (71%) e da viabilidade estimada pela IRe (75%) na faixa de temperatura de 25.07-26.32 ºC às 96 horas estão correlacionadas, mas não se correlacionaram com a germinação em papel (34%) e em areia (53%). Verificou-se deterioração pela EC e pela germinação aos 14 dias, especialmente entre papel, evidenciando que o substrato afetou o vigor e a germinação. O CO₂ não foi efetivo, mas a IRe permitiu estimar a viabilidade das sementes.
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