O Cortiço e a prisão - Vigilância e controle: Aluísio Azevedo e Michel Foucault DOI10.5216/o.v8i10.9304

  • Marcio Luiz Carreri UENP/FAFIJA
  • Cileide Luz Soares

Resumo

O presente artigo pretende analisar as relações existentes entre a metaficção historiográfica e a ideologia presente no romance naturalista O Cortiço (1890), de Aluísio Azevedo, mediante a articulação de uma leitura a partir do método foucautiano. Processando diálogos entre aparentes e distintos campos e discursos, propõe uma reflexão sobre o controle e a disciplina por intermédio do panoptismo, utilizando como fonte de pesquisa a obra historiográfica Vigiar e punir, escrito por Michel Foucault em 1975. Palavras-chave: Foucault, Aluísio Azevedo, Vigiar e punir, O cortiço.

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Biografia do Autor

Marcio Luiz Carreri, UENP/FAFIJA
Professor de História da UENP/FAFIJA. Mestre em História e Literatura pela UNESP-Assis, colaborador do LEPHIS e coordenador do GIMF - Grupo de Estudos Interdisciplinares. Autor de Agulha no Palheiro, publicado pela EDUEL (2a edição). E-mail: carreri@uol.com.br.
Cileide Luz Soares
Professora de Letras-Literatura. Membro do GIMF. E mail: ci_fofuxa@hotmail.com
Publicado
27-03-2010
Como Citar
Carreri, M., & Soares, C. (2010). O Cortiço e a prisão - Vigilância e controle: Aluísio Azevedo e Michel Foucault DOI10.5216/o.v8i10.9304. OPSIS, 8(10), 261-270. https://doi.org/10.5216/o.v8i10.9304