Os pontos cegos da História: a produção e o direito ao esquecimento no Brasil – breves notas para uma discussão. DOI10.5216/o.v14i2.30129

Autores

  • Julio Bentivoglio Universidade Federal do Espirito Santo, Vitória, ES, Brasil

DOI:

https://doi.org/10.5216/o.v14i2.30129

Palavras-chave:

Memória, História, Esquecimento

Resumo

O presente artigo discute o lugar do esquecimento nos estudos históricos a partir da reflexão sobre algumas premissas de Paul Ricouer, Beatriz Sarlo e Paolo Rossi, em especial. Em seguida, avalia como a capacidade de armazenamento digital quase infinita poderá interferir nas relações entre memória e história. Por fim trata da emergência do direito ao esquecimento no Brasil, ao discutir como algumas transformações e decisões de ordem jurídica podem repercutir no trabalho dos historiadores e na escrita da história.

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Biografia do Autor

Julio Bentivoglio, Universidade Federal do Espirito Santo, Vitória, ES, Brasil

Professor de Teoria e Metodologia da História, membro do PPGHIS-UFES e do Departamento de História, Editor Chefe de Dimensões, Editor Executivo de História da Historiografia

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Publicado

2014-10-17

Como Citar

BENTIVOGLIO, J. Os pontos cegos da História: a produção e o direito ao esquecimento no Brasil – breves notas para uma discussão. DOI10.5216/o.v14i2.30129. OPSIS, Goiânia, v. 14, n. 2, p. 378–395, 2014. DOI: 10.5216/o.v14i2.30129. Disponível em: https://revistas.ufg.br/Opsis/article/view/30129. Acesso em: 2 out. 2022.