Guerra Fria: uma leitura da formação de aspectos conceituais DOI0.5216/o.v14iespecial.30069

  • Delmo Oliveira Arguelhes Centro Universitário UNIEURO, Brasília, DF
  • André Almeida Chaves Universidade Cândido Mendes, Campos dos Goytacazes, RJ
Palavras-chave: Guerra Fria, História dos Conceitos, Terceiro Mundo

Resumo

Este artigo pretende pensar a Guerra Fria (1947-89) sob o ponto de vista conceitual, tomando como axioma o acontecimento heideggeriano, i. e., enquadrado como uma estrutura narrativa. O ato de nomear os fenômenos não é uma via de mão única, visto que a linguagem diz o ocorrido e o ocorrido rediz a linguagem. Nesse sentido, a linguagem além de ser um meio de expressão de conceitos e pensamentos, torna-se uma arena de luta política. A divisão do mundo numa lógica bipolar moldou a linguagem política em um paradoxo dualista. Pretende-se, aqui, relacionar esse paradoxo na formação do discurso da Guerra Fria com a emergência de outros atores que o relativizaram e ressignificaram.

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Publicado
16-03-2015
Como Citar
Arguelhes, D., & Chaves, A. (2015). Guerra Fria: uma leitura da formação de aspectos conceituais DOI0.5216/o.v14iespecial.30069. OPSIS, 14(Especial), 134-159. https://doi.org/10.5216/o.v14iEspecial.30069
Seção
Dossiê América Latina no contexto da Guerra Fria