Do golpe à ditadura: a Doutrina de Segurança Nacional e a construção do regime militar DOI10.5216/o.v14i1.28656

Autores

  • Ailton Laurentino Caris Fagundes Universidade Federal de Goiás/Regional Catalão, Catalão, GO

DOI:

https://doi.org/10.5216/o.v14i1.28656

Palavras-chave:

Golpe de Estado, regime militar, Doutrina de Segurança Nacional

Resumo

O Golpe Militar de 1964 pode ser pensado em três fases: a conspiração, a tomada do poder pelos militares e a construção de um novo regime. A aliança civil-militar que conspira e depõe o presidente João Goulart estava longe de ser homogênea e, logo após o golpe, se viu diante de questões cruciais para a construção de uma nova ordem institucional. Para os militares, era preciso legitimar a tomada do poder mas para isso era necessário antes resolver as divergências no interior das forças armadas e superar a desconfiança dos grupos civis. Esse artigo analisa como a Doutrina de Segurança Nacional, formulada na Escola Superior de Guerra, vai servir tanto para que o grupo ligado a Escola se tornasse majoritário nos primeiros anos do regime quanto para formular um projeto nação e de governo que conquistasse legitimidade diante da população.

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Biografia do Autor

Ailton Laurentino Caris Fagundes, Universidade Federal de Goiás/Regional Catalão, Catalão, GO

Doutor em Ciência Política e doutorando em História Econômica pela Universidade de São Paulo. Professor Adjunto da Universidade Federal de Goiás.

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Publicado

2014-09-01

Como Citar

FAGUNDES, A. L. C. Do golpe à ditadura: a Doutrina de Segurança Nacional e a construção do regime militar DOI10.5216/o.v14i1.28656. OPSIS, Goiânia, v. 14, n. 1, p. 60–78, 2014. DOI: 10.5216/o.v14i1.28656. Disponível em: https://revistas.ufg.br/Opsis/article/view/28656. Acesso em: 15 ago. 2022.

Edição

Seção

Dossiê 50 anos do Golpe: poder, cultura e ideologia no Brasil e América Latina