SABERES INDÍGENAS NA ESCOLA. DOI: 10.5216/racs.v1i1.43022

Celso Kazamrĩ, Sinval Waĩkazate, Carmelita Curtidi Xerente, Noemi Waktadi Xerente, Vanda Brudi Xerente, Afonso Tĩĩkwa Xerente, Roberto Sipkuze Xerente, Agripino Wakuke, Arlindo Wdêkruwe Xerente, Helena Krukwanẽ Xerente, Paulo César Kuhânĩpi Xerente, Armando Sõpre Xerente, Jurandi Souza Xerente, Valci Sinã, Valteir Tpêkru Xerente, Manoel Sirnãrê Xerente, Silvino Sirnãwẽ Xerente, Rogério Srõne Xerente

Resumo


Os Akwẽ aprendem a respeitar os outros e a natureza desde muito
cedo, quando ainda são criança. Esses ensinamentos, bem como os
ensinamentos sobre o modo de vida Akwẽ são transmitidos pelos
nossos pais, avós, tios e outros parentes. Durante o primeiro ano da
Ação ‘Saberes Indígenas na Escola’, desenvolvemos duas pesquisas,
uma primeira sobre parentesco e clãs e uma segunda, sobre o ciclo de
vida da criança Akwẽ. Este segundo tema foi mais explorado por nós.
Dividimos as pesquisas sobre o ciclo de vida da criança Akwẽ
considerando as diferentes fases da vida da criança. Achamos que a
vida da criança começa na gravidez, incluindo resguardo que deve
ser feito pelos pais durante a gravidez da mãe; a terceira fase é a do
nascimento, seguida do resguardo feito após o nascimento da criança;
depois vem a fase de nomeação da criança, seguida do casamento e
do término do ciclo de vida da criança, que acontece por volta dos 40 anos, quando ela deixa de ser considerada criança. É assim na cultura

Akwẽ.


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DOI: http://dx.doi.org/10.5216/racs.v1i1.43022

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