“Sobre a revolução”, de Hannah Arendt

revolução, guerra, violência e os marcos de fundação das tradições republicanas modernas

Autores

DOI:

https://doi.org/10.5216/phi.v30i1.85735

Resumo

O artigo analisa a obra Sobre a revolução, de Hannah Arendt, destacando a distinção entre violência, guerra e revolução. A autora separa esses conceitos ao afirmar que a violência pertence a um mito fundacional e não define o fenômeno revolucionário. A revolução, por sua vez, é entendida como um acontecimento político moderno ligado à liberdade e à capacidade humana de iniciar algo novo. Diferente das guerras e insurreições, marcadas pela violência, a revolução implica a fundação de um novo corpo político. O texto também discute a influência de experiências históricas, como as revoluções “Americana” e Francesa e sua leitura de pensadores como Aristóteles, Maquiavel e Hegel. Por fim, destaca-se a crítica arendtiana à filosofia da história, que reduz a ação humana a um papel passivo, contrapondo-a à ideia de ação como criação do novo enquanto fundação republicana, uma condição de continuidade da humanidade na terra.

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Biografia do Autor

Uílder do Espírito Santo Celestino, Universidade Federal de Sergipe (UFS), Aracajú, Sergipe, Brasil, uilder.celestino@gmail.com

Doutor em filosofia pelo Programa de Pós-graduação em Filosofia da Universidade Federal de Sergipe (PPGF-UFS). Professor bolsista da CAPES/UAB/CESAD/UFS para a formação de professores de filosofia ligado ao Departamento de Filosofia da Universidade Federal de Sergipe (DFI-UFS). Graduado em filosofia e em história pela Universidade Federal de Sergipe (UFS). Membro do grupo de pesquisa Culturas, Identidades e Religiosidades (GPCIR/CNPq/UFS). Email: uilder.celestino@gmail.com

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Publicado

28-08-2026 — Atualizado em 31-08-2026

Versões

Como Citar

DO ESPÍRITO SANTO CELESTINO, Uílder. “Sobre a revolução”, de Hannah Arendt: revolução, guerra, violência e os marcos de fundação das tradições republicanas modernas. Philósophos - Revista de Filosofia, Goiânia, v. 31, n. 1, 2026. DOI: 10.5216/phi.v30i1.85735. Disponível em: http://revistas.ufg.br/philosophos/article/view/85735. Acesso em: 16 set. 2026.