Concretizing Yixiang, Qiyun, and Yijing in Guzheng Music through a Daoist and Confucianist Lens
DOI:
https://doi.org/10.5216/mh.v26.83435Palavras-chave:
Guzheng; música chinesa; estética; Performance, Confucionista, TaoístaResumo
Este artigo visa elucidar três conceitos fundamentais, porém frequentemente abstratos, da estética chinesa tradicional — yixiang (imagética artística), qiyun (vitalidade rítmica) e yijing (concepção artística) — tal como se manifestam na música de guzheng. Com base em quadros filosóficos tanto daoístas quanto confucionistas, o estudo investiga de que modo esses princípios estéticos se corporificam em obras selecionadas dos repertórios clássico e contemporâneo de guzheng. Por meio de uma análise musical e hermenêutica minuciosa, demonstra-se como as técnicas de execução e as estruturas composicionais do guzheng materializam ideias metafísicas tais como espontaneidade natural (ziran), cultivo moral (xiushen) e contenção emocional. A pesquisa também problematiza de que maneira essas estéticas moldam a percepção dos ouvintes quanto à temporalidade, ao espaço e ao afeto. Conclui-se, em última instância, que preservar a identidade musical do guzheng é vital para a manutenção do patrimônio cultural imaterial da China e para a continuidade do pensamento filosófico incrustado na prática musical.








