Estratégia saúde da família e assistência ao dependente químico: ações conjuntas ou isoladas?

Luiz Felipe Batista Pires, Laiany Gonçalves de Macedo, José Arimatéa de Aleluia Júnior, Pedro Henrique Batista de Freitas, Ricardo Bezerra Cavalcante, Richardson Miranda Machado

Resumo


Esta pesquisa objetivou investigar a assistência integrada ao dependente químico pelo Centro de Atenção Psicossocial e as equipes Saúde da Família de um município de grande porte do Sudeste brasileiro. Trata-se de um estudo do tipo série histórica e descritivo. Dos 825 pacientes, a maioria era do sexo masculino (82,3%), houve predominância da faixa etária entre 41 a 50 anos (56,5%), sendo o transtorno mental e comportamental devido ao uso do álcool, o mais prevalente entre o sexo masculino (38,1%) e o diagnóstico decorrente do uso e abuso de fumo, para o sexo feminino (60,9%). Analisando o atendimento integrado ao dependente químico, a distribuição espacial permitiu verificar que a maioria (57,9%) dos pacientes não foi atendido de forma integrada pelo CAPS e pelas ESFs. Torna-se urgente fortalecer e consolidar a estratégia saúde da família como um ponto de atenção prioritário no cuidado ao dependente químico na rede de atenção psicossocial.

Palavras-chave


Transtornos Relacionados ao Uso de Substâncias; Saúde Mental; Estratégia Saúde da Família; Enfermagem Psiquiátrica

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DOI: http://dx.doi.org/10.5216/ree.v18.39177

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